Você já assistiu “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”?
Assisti hoje. Quase agora, pra ser mais exata. É lindo. Sim, estou fazendo propaganda do filme. É lindo, não tem outra forma de defini-lo.
Só digo uma coisa: assistam. Pode ser sozinh@, acompanhad@, como preferir, mas assista.
Agora eu vou dormir. Boa noite.
15 abril 2005
13 abril 2005
"Essa noite eu sonhei com você, e queria bem mais que sonhar..."
Tão próximo de mim e ao mesmo tempo tão longe. Posso te ver, te ouvir, mas não posso de fato te tocar. Apenas te sentir... sentir o macio da tua voz, a alegria do teu sorriso, o toque do teu rosto.
Pessoas desconexas, espaços inesperados. Computadores... aula... como assim? Você aqui... não, não faz sentido. Um celular que não pára de tocar. Não combina com você, eu acho.
Mas... who cares about it? Dane-se o non-sense. O que importa é você estar aqui, comigo, pertinho... por mais longe que possa estar.
“Essa noite eu sonhei com você...”
Pessoas desconexas, espaços inesperados. Computadores... aula... como assim? Você aqui... não, não faz sentido. Um celular que não pára de tocar. Não combina com você, eu acho.
Mas... who cares about it? Dane-se o non-sense. O que importa é você estar aqui, comigo, pertinho... por mais longe que possa estar.
“Essa noite eu sonhei com você...”
12 abril 2005
Pensamentos desconexos
Antes de qualquer coisa, quero dizer que o título não é original meu, li no blog de uma amiga de Maceió. Mas fiz isso porque realmente estou sem tempo, paciência ou qualquer coisa parecida para organizar as idéias e escrever algo que preste nessa tela de computador na minha frente.
Para não esquecer (e como esquecer disso, que me vem à cabeça sempre), estou procurando apartamento nas 400 ou nas 200 norte, perto da UnB. Se alguém souber, me avise. Sim, eu vou me mudar.
Amanhã tenho que escrever uma historinha em quadras, com rima e tudo! Ai ai... Tenho também que fazer o exercício de Fundamentos no Photoshop e fazer o upload desse e do anterior. É... Sem falar que ainda tenho que fazer o contato do último filme PB que eu bati, tenho controle de leitura de Economia, reavaliação física na academia. E tenho que procurar apartamento. Ufa!
Acho que é por isso que não consigo pensar direito em qualquer coisa que não esteja nessa lista.
Fui!
Para não esquecer (e como esquecer disso, que me vem à cabeça sempre), estou procurando apartamento nas 400 ou nas 200 norte, perto da UnB. Se alguém souber, me avise. Sim, eu vou me mudar.
Amanhã tenho que escrever uma historinha em quadras, com rima e tudo! Ai ai... Tenho também que fazer o exercício de Fundamentos no Photoshop e fazer o upload desse e do anterior. É... Sem falar que ainda tenho que fazer o contato do último filme PB que eu bati, tenho controle de leitura de Economia, reavaliação física na academia. E tenho que procurar apartamento. Ufa!
Acho que é por isso que não consigo pensar direito em qualquer coisa que não esteja nessa lista.
Fui!
09 abril 2005
Andei
Andei, andei muito. Uma hora mais ou menos para ir da UnB, passar pela Só Livros, ir até a Casa das Artes e chegar, enfim, ao Brasília Shopping. Cheguei, mas não parei de andar. Vi vitrines, percorri as Americanas. Sentei algumas vezes.
Enquanto andava, também esperava. Duas horas entre a saída do consultório do dentista e o início da sessão de cinema (fui ver Hero). Esperei um bocado. Mas não tanto quanto andei.
Andar tem sido uma constante na minha vida. Para ir à UnB e voltar para casa, principalmente.
Para chegar a Brasília eu não andei, mas percorri um longo trajeto. Três anos de estudo desde que eu resolvi vir para cá. Três vestibulares, sendo dois em duas fases cada, e o de Maceió, com uma prova em cada ano do ensino médio. Total: 12 dias de provas, somando 48 horas, aproximadamente – a grande maioria (42h) distribuídas entre dezembro de 2003 e janeiro de 2004. Duas viagens a Salvador, uma a Brasília.
É... andei. Ou melhor, percorri caminhos, não necessariamente a pé, como quarta. Mas ainda não parei. Não tenho casa certa. Ainda este ano vou mudar de endereço. E vou continuar andando. Ainda tenho um grande caminho pela frente. E a cada trecho percorrido, uma vitória. Mais uma batalha vencida.
Quantas batalhas ainda terei? Só Deus sabe. Só peço que Ele me ajude a vencê-las, para que eu possa chegar no fim e me alegrar por ter vivido da melhor forma possível.
Enquanto andava, também esperava. Duas horas entre a saída do consultório do dentista e o início da sessão de cinema (fui ver Hero). Esperei um bocado. Mas não tanto quanto andei.
Andar tem sido uma constante na minha vida. Para ir à UnB e voltar para casa, principalmente.
Para chegar a Brasília eu não andei, mas percorri um longo trajeto. Três anos de estudo desde que eu resolvi vir para cá. Três vestibulares, sendo dois em duas fases cada, e o de Maceió, com uma prova em cada ano do ensino médio. Total: 12 dias de provas, somando 48 horas, aproximadamente – a grande maioria (42h) distribuídas entre dezembro de 2003 e janeiro de 2004. Duas viagens a Salvador, uma a Brasília.
É... andei. Ou melhor, percorri caminhos, não necessariamente a pé, como quarta. Mas ainda não parei. Não tenho casa certa. Ainda este ano vou mudar de endereço. E vou continuar andando. Ainda tenho um grande caminho pela frente. E a cada trecho percorrido, uma vitória. Mais uma batalha vencida.
Quantas batalhas ainda terei? Só Deus sabe. Só peço que Ele me ajude a vencê-las, para que eu possa chegar no fim e me alegrar por ter vivido da melhor forma possível.
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