De volta. Vocês já devem ter percebido.
Vocês quem, cara pálida? Ainda achas de fato que alguém ainda lê tal singela página? Será que alguém ainda anseia por uma nova atualização? Ah, cara pálida...
Talvez não houvesse mais vivalma que esperasse o blog ser atualizado. Fazer o quê? Confesso que fiquei tempo por demais sem nada de novo a preencher este espaço cibernético.
Ficou mesmo. E se ainda havia qualquer pessoa interessada no que escrevias, migrou para algum dos links que constavam de tua página em seu layout antigo.
Podem ter migrado. Com certeza ganharam com Oh, Mascaras! e How the west was won. Mas talvez também tenham perdido de ler o que eu escrevia em outras localidades neste mar de gigabites.
E por acaso avisaste alguém quando estavas no Campus Online? E quando migraste para o impresso, nem uma linha sequer! Neste meio tempo, poderias ter dito para procurarem por ti na página do Marista, mas também disto, nem uma mísera vírgula!
Opa! Calma lá. Não julgue uma vírgula, pois de mísera nada tem...
Que seja, mas nem uma vírgula colocaste por aqui. Simplesmente me abandonaste. Preferiste se deliciar com as matérias que iam para a capa da agência. Ou simplesmente ficavas a ler a estória do bruxinho londrino...
É... bem... como negar que ficava, e ainda fico feliz quando vejo que há uma chamada de capa que leva o leitor para um texto meu? Nem foca sou, mas apenas uma estagiária... a mente cansa de escrever, as idéias simplesmente não vêm...
Desculpa furada! Quando queres, escreves. Basta comer um pedacinho de chocolate que lá estás a escrever belos textos para migos, mãe, namorado...
Sim estou, mas nada que ache que caiba aqui.
Besteira! Você me abandonou, abandonou seus leitores com desculpas esfarrapadas. Cabeça vazia... onde?!
Ok, ok... sem reclamações então? Cansei, ok? Cansei, mas voltei. Num esforço tremendo. Voltei e não pretendo largar de mão. Ora bolas, deixa de reclamar, já é o segundo texto que escrevo aqui hoje. Tá recauchutado, visual novo, mais bonito, menos abacate... de abacate, basta o crachá, ok?
Bom. O fato é esse: voltei. Gostou? Que bom, fique à vontade. Não gostou... simples, basta mudar o endereço da página.
Como sempre, viagens desconexas por aqui. Pensamentos que não precisam seguir um padrão. Não tenho um manual de redação aqui... Fique à vontade, a casa é minha.
20 agosto 2007
Ainda sobre anjos
Eles eram simplesmente amigos. Foi assim que os conheci: amigos. Parece que foi ontem quando, caminhando de volta para casa - eu para casa, um deles, para a loja do pai - ele me pediu que não magoasse seu amigo.
Eles eram amigos, se entendiam com uma palavra. Palavra essa que poderia dizer muito mais do que parágrafo inteiro. Às vezes um parágrafo inteiro que, postado no blog, era mais significativo do que uma conversa ao vivo. Eles eram simplesmente amigos. Daqueles que se conheceram na faculdade e parecia, aos que viam de longe, que se conheciam desde a mais tenra infância.
Eles ainda eram amigos quando o mesmo que me pediu para não machucar seu amigo veio me dizer que gostava de mim - mas ele já sabia a resposta e, na prática, pouca coisa mudou, ao menos aparentemente. Mas o importante é que eles eram amigos. Um do outro e meus também.
Amigos de ficar horas fazendo um trabalho pontuado por paradas para um chá, um iogurte e muita, mas muita conversa mesmo. Aliás, um trabalho que só terminou lá pelas quatro da manhã - e um dos amigos ainda tinha que fazer uma verdadeira viagem até em casa. Enfim, amigos.
Mas a vida às vezes nos distancia um pouco dos amigos. Isso não quer dizer que já não o são, mas pouco se vêem. Santo MSN...
Mas não foi bem assim. Quando a vida deixou que me aproximasse mais uma vez dos amigos, eles já não eram mais amigos. Amigos meus, mas não entre si. Pouco se falavam, isso quando se falavam. Para falar a verdade, não sei dizer por quanto tempo, mas o fato é que, em um período, mal se olhavam, nem se cumprimntavam direito.
O fato é que já não se entendem com uma palavra. O blog pelo qual conversavam já não mais existe. Cada um seguiu seu rumo. Um foi para lá tentar a vida. Outro resolveu se aventurar por aqui mesmo.
Um mais capitalista do que nunca - independentemente de viés partidário. O outro, ainda com suas idéias revolucionárias, seu turbilhão na cabeça, suas convicções socialistas (?).
Nem por isso deixaram de ser anjos um para o outro. Mas mesmo os anjos podem ter prazo de validade. Nem sempre eles serão eternos em nossas vidas.
Quantos anjos já passaram por você? E quantos duraram mais que uma década? Pergunta difícil, talvez. Mas são todos anjos. Graças a Deus, são anjos.
Eles eram amigos, se entendiam com uma palavra. Palavra essa que poderia dizer muito mais do que parágrafo inteiro. Às vezes um parágrafo inteiro que, postado no blog, era mais significativo do que uma conversa ao vivo. Eles eram simplesmente amigos. Daqueles que se conheceram na faculdade e parecia, aos que viam de longe, que se conheciam desde a mais tenra infância.
Eles ainda eram amigos quando o mesmo que me pediu para não machucar seu amigo veio me dizer que gostava de mim - mas ele já sabia a resposta e, na prática, pouca coisa mudou, ao menos aparentemente. Mas o importante é que eles eram amigos. Um do outro e meus também.
Amigos de ficar horas fazendo um trabalho pontuado por paradas para um chá, um iogurte e muita, mas muita conversa mesmo. Aliás, um trabalho que só terminou lá pelas quatro da manhã - e um dos amigos ainda tinha que fazer uma verdadeira viagem até em casa. Enfim, amigos.
Mas a vida às vezes nos distancia um pouco dos amigos. Isso não quer dizer que já não o são, mas pouco se vêem. Santo MSN...
Mas não foi bem assim. Quando a vida deixou que me aproximasse mais uma vez dos amigos, eles já não eram mais amigos. Amigos meus, mas não entre si. Pouco se falavam, isso quando se falavam. Para falar a verdade, não sei dizer por quanto tempo, mas o fato é que, em um período, mal se olhavam, nem se cumprimntavam direito.
O fato é que já não se entendem com uma palavra. O blog pelo qual conversavam já não mais existe. Cada um seguiu seu rumo. Um foi para lá tentar a vida. Outro resolveu se aventurar por aqui mesmo.
Um mais capitalista do que nunca - independentemente de viés partidário. O outro, ainda com suas idéias revolucionárias, seu turbilhão na cabeça, suas convicções socialistas (?).
Nem por isso deixaram de ser anjos um para o outro. Mas mesmo os anjos podem ter prazo de validade. Nem sempre eles serão eternos em nossas vidas.
Quantos anjos já passaram por você? E quantos duraram mais que uma década? Pergunta difícil, talvez. Mas são todos anjos. Graças a Deus, são anjos.
Angels
Sometimes we just do not realise, but we've got angels in our lives since the moment we are born. Yeah, even if we don't believe in God (oh, I do believe), we must be aware that we've got angels all over us.
Why? How? Well... maybe you are used to call them other names. Sometimes, we call them mum. They can also be relatives of ours. But the greater number of angels we have we call them friends. They take care of us. They are always there when we need them. And usually we are there for when they need us too.
Somehow, sometimes we don't give them all they deserve from us. Of course, nobody is perfect. And they just understand that.
I must thank God for all the angels he's put in my life. There are so many of them. And maybe they never imagine how important they've been for me, to keep me ok, to hold me in life.
And I just wanna thank, God and them. Thanks, my precious angels. Thanks my precious friends.
- Just trying to get back to writing here.
Why? How? Well... maybe you are used to call them other names. Sometimes, we call them mum. They can also be relatives of ours. But the greater number of angels we have we call them friends. They take care of us. They are always there when we need them. And usually we are there for when they need us too.
Somehow, sometimes we don't give them all they deserve from us. Of course, nobody is perfect. And they just understand that.
I must thank God for all the angels he's put in my life. There are so many of them. And maybe they never imagine how important they've been for me, to keep me ok, to hold me in life.
And I just wanna thank, God and them. Thanks, my precious angels. Thanks my precious friends.
- Just trying to get back to writing here.
24 setembro 2006
Só uma explicação...
Por favor, não me repreendam, não me crucifiquem...
A minha ausência tem uma explicação. Cansaço. Muito. Com tanta coisa para apurar, pensar e escrever na faculdade, não tenho mais ânimo para pensar e escrever no blog.
É isso mesmo. Uma estudante de jornalismo que não quer escrever, mais. Não quero escrever mais do que já escrevo.
Sim, os posts por aqui estão suspensos temporariamente. Quem sabe depois que o Campus acabar eu volte ao mesmo pique de antes desse ano de três semestres. Isso está me cansando.
Não postar no blog é uma espécie de férias, pelo menos em algum aspecto dos meu deveres.
Portanto, perdão, mas estou cansada de escrever. Aviso quando este meu espeço voltar à ativa.
A minha ausência tem uma explicação. Cansaço. Muito. Com tanta coisa para apurar, pensar e escrever na faculdade, não tenho mais ânimo para pensar e escrever no blog.
É isso mesmo. Uma estudante de jornalismo que não quer escrever, mais. Não quero escrever mais do que já escrevo.
Sim, os posts por aqui estão suspensos temporariamente. Quem sabe depois que o Campus acabar eu volte ao mesmo pique de antes desse ano de três semestres. Isso está me cansando.
Não postar no blog é uma espécie de férias, pelo menos em algum aspecto dos meu deveres.
Portanto, perdão, mas estou cansada de escrever. Aviso quando este meu espeço voltar à ativa.
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