(02 de abril de 2006)
Durante esta semana, escrevi aqui sobre o voto nulo, fazendo, literalmente, campanha a favor do mesmo. Na verdade, não escrevi. Transcrevi informações recebidas por e-mail. É bem verdade que já havia ouvido falar que, havendo maioria de vots nulos numa eleição, a mesma seria e fato anulada e teria que ser realizada novamente, comonovos candidatos.
De fato, adoraria que fosse exatamente assim, mas não é. Amigos me avisaram disso, ainda bem. Por isso estou corrigindo o que tinha escrito anteriormente, neste mesmo espaço do blog.
Quem quiser mais informações, além de poder recorrer diretamente ao texto da Lei Eleitoral, ou a qualquer Tribunal Eleitoral e pedir informações, há um texto relativamente simples (o mais simples que o modo jurídico de expressão permite), encontrado (por um amigo meu) no Jus Navigandi, um site especializado em temas de Direito.
Apesar de tudo isso, erros e más interpretações à parte, continuo fazendo campanha pelo voto consciente. Se for nulo, ok. Cada um decida o seu. Mas que o faça sabendo em que(m) está votando.
31 março 2006
29 março 2006
Férias!
Três semanas de recesso na faculdade. Nada de aulas, professores picaretas, textos para ler, matérias para escrever.
Três semanas para dormir o quanto tiver vontade. Para cozinhar em casa e comer o que der na telha, já que o RU não funciona. Para ir à academia mais cedo, de manhã, quando ela não está tão cheia.
Tempo suficiente para curtir o ócio criativo, para namorar bastante (ou não... aí não depende só de mim... existem fatores externos, porém intrínsecos, que interferem), para ficar até tarde conversando no MSN.
Três semanas para ficr sozinha em casa. Flávia viajou na sexta; Darlene e Milena se foram ontem. Três semanas para aturar o apartamento vazio. Isso aqui pe sinistro...
Três semanas como outras quaisquer. Vamos ver no que dá. Só sei que eu queria mesmo era viajar... ou ficar mais tempo com o meu fofinho.
Três semanas para dormir o quanto tiver vontade. Para cozinhar em casa e comer o que der na telha, já que o RU não funciona. Para ir à academia mais cedo, de manhã, quando ela não está tão cheia.
Tempo suficiente para curtir o ócio criativo, para namorar bastante (ou não... aí não depende só de mim... existem fatores externos, porém intrínsecos, que interferem), para ficar até tarde conversando no MSN.
Três semanas para ficr sozinha em casa. Flávia viajou na sexta; Darlene e Milena se foram ontem. Três semanas para aturar o apartamento vazio. Isso aqui pe sinistro...
Três semanas como outras quaisquer. Vamos ver no que dá. Só sei que eu queria mesmo era viajar... ou ficar mais tempo com o meu fofinho.
27 março 2006
Feliz Aniversário!!
Eu não poderia deixar de citar as duas pessoinhas tão especias que esta semana completam idade nova. Na verdade, um fez aniversário ontem e a outra completa hoje.
Meus parabéns sinceros e carinhosos para o meu "irmãozinho" e para a amiga querida!
Rodrigo Perrelli - 20 aninhos --> Digo, tô com saudades, lindo! Vem me visitar, não?
Dani Kalkmann - 19 primaveras --> Té mais tarde, linda!!!
Amo vocês dois!!! Muito mesmo!
PS: E o Palocci pediu demissão...
Meus parabéns sinceros e carinhosos para o meu "irmãozinho" e para a amiga querida!
Rodrigo Perrelli - 20 aninhos --> Digo, tô com saudades, lindo! Vem me visitar, não?
Dani Kalkmann - 19 primaveras --> Té mais tarde, linda!!!
Amo vocês dois!!! Muito mesmo!
PS: E o Palocci pediu demissão...
26 março 2006
E... ?
Qual o problema em se sentir assim? Momentos de reflexão são normais na vida de qualquer pessoa. Por que, então, fico tão insegura quando é você que passa por esses momentos? Medo de que aconteça tudo de novo?
Sim, medo. Preferia não lembrar de tudo por que passamos. Preferia que você falasse um pouco mais sobre isso. "Não tô muito bem", vindo de você, não me faz nem um pouco bem. Mas você simplesmente não fala mais nada, fica só nisso e...
E eu não sei como agir. Como reagir? Perguntar mais, tentar "arrancar" algo específico? Talvez me desse menos insegurança saber melhor o que passa nessa cabecinha. Talvez eu não gostasse de ouvir exatamente o que você sente ou pensa. Talvez...
Mas eu fico nessa, sem saber muita coisa, cogitando as possibilidades, tentando não imaginar demais, para não sofrer por besteira. Eu tento. Conseguir é que são elas.
Sim, medo. Preferia não lembrar de tudo por que passamos. Preferia que você falasse um pouco mais sobre isso. "Não tô muito bem", vindo de você, não me faz nem um pouco bem. Mas você simplesmente não fala mais nada, fica só nisso e...
E eu não sei como agir. Como reagir? Perguntar mais, tentar "arrancar" algo específico? Talvez me desse menos insegurança saber melhor o que passa nessa cabecinha. Talvez eu não gostasse de ouvir exatamente o que você sente ou pensa. Talvez...
Mas eu fico nessa, sem saber muita coisa, cogitando as possibilidades, tentando não imaginar demais, para não sofrer por besteira. Eu tento. Conseguir é que são elas.
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