Contando ninguém acredita. Quem diria que uma passada rápida no Conjunto Nacional me levaria ao show de Kid Abelha, que eu nem sabia que iria acontecer. O negócio era reservado, só para participantes do Empreender faz sentido, do SEBRAE, lá no Pontão do Lago Sul.
Por acaso eu encontrei o Felipe, que estava revelando umas fotos. Ele estava com um amigo, cobrindo o evento, desde quinta-feira, e tinha uma credencial a mais de imprensa, justamente pra levar algum amigo(a). Adivinha quem acabou indo? Eu.
OK. Abrem o espaço onde vai ser o show. Lá na frente tem um espaço, reservado, para VIP's.
-Imprensa tem acesso?
-Não.
...
-Pera que eu vou lá de novo.
-Imprensa tem acesso?
-Tem.
-Aninha, vem.
Caí de paraquedas num show que eu sequer tinha conhecimento até as três da tarde e ainda fiquei de cara pra Paula Toller, na segunda fileira de cadeiras! O show foi ótimo, sem comentários. A Paula Toller cantando Brasil, do Cazuza, olhando pro Ciro Gomes então, hilária a situação!!!!!!!!
Mas foi isso. Tem cada coisa que acontece na vida da gente...
28 novembro 2004
23 novembro 2004
Uma Voz Irritante
Oito da manhã ela começa. Oito não, oito e quinze, às vezes vinte. Mas toda terça-feira ela começa.Uma voz aguda, incessante, simplesmente não pára. O assunto? Depende de um monte de coisas. Depende da disposição dela para divagar. Fala sobre o ministro Fulano de Tal, a estrutura dos partidos, coisas às vezes óbvias sobre o jornalismo.
Essa voz dá sono, dispersa qualquer um que se disponha a tentar prestar atenção. Ela ecoa nos ouvidos de todos, mas fica na cabeça de poucos. Até os sempre mais concentrados acabam "voando" enquanto essa voz ressoa na sala fechada.
Ah! A voz não respeita limites de horário. Começa sempre atrasada. Termina depois do que deveria e poderia. As pessoas acabam indo embora antes do fim. Ela também não tem necessidade de descanso. Por vezes uma rápida respirada entre uma palavra e outra, ou uma pequena pausa para reorganizar as idéias. Mas sempre de forma muito rápida.
Essa voz também não gosta de pessoas saindo da sala. Só que ela não entende que poucos agüentam ouví-la ininterruptamente, a gente precisa de um descanso dessa voz. Ela nos trata como crianças, alunos de ensino fundamental, ou até mais novos, que ainda chamam a professora de "tia".
Infelizmente não temos escolha. Ouvir essa voz é o nosso destino. Tudo por causa de um fêmur quebrado. Mas essa tortura, pelo menos, tem dia e hora pra acabar, não é pra sempre. Aliás, falta pouco pra chegar ao fim! Só espero que janeiro não demore muito a chegar e passar também.
Essa voz dá sono, dispersa qualquer um que se disponha a tentar prestar atenção. Ela ecoa nos ouvidos de todos, mas fica na cabeça de poucos. Até os sempre mais concentrados acabam "voando" enquanto essa voz ressoa na sala fechada.
Ah! A voz não respeita limites de horário. Começa sempre atrasada. Termina depois do que deveria e poderia. As pessoas acabam indo embora antes do fim. Ela também não tem necessidade de descanso. Por vezes uma rápida respirada entre uma palavra e outra, ou uma pequena pausa para reorganizar as idéias. Mas sempre de forma muito rápida.
Essa voz também não gosta de pessoas saindo da sala. Só que ela não entende que poucos agüentam ouví-la ininterruptamente, a gente precisa de um descanso dessa voz. Ela nos trata como crianças, alunos de ensino fundamental, ou até mais novos, que ainda chamam a professora de "tia".
Infelizmente não temos escolha. Ouvir essa voz é o nosso destino. Tudo por causa de um fêmur quebrado. Mas essa tortura, pelo menos, tem dia e hora pra acabar, não é pra sempre. Aliás, falta pouco pra chegar ao fim! Só espero que janeiro não demore muito a chegar e passar também.
18 novembro 2004
PARA UMA SEMANA CONTURBADA
Eu ainda não enlouqueci. Ainda. Os prazos estão terminando. Ainda não. Mas eu vou conseguir, não pretendo endoidar, não quero, não posso. Se a vida é uma correria, até que isso não é tão ruim. Pelo menos me sinto útil, ativa acima de tudo, principalmente quando comparo a atual situação com a época (não tão distante) da greve. Ali eu estava inútil demais!
Por outro lado, não é a correria que vai me deixar triste, desanimada. Fico cansada, às vezes sem disposição física para algumas coisas. Mas estou feliz. O congresso do DBCO foi ótimo! No recesso vou pra casa, passar Natal e Ano Novo com mamãe. Em janeiro vou pra Cuiabá: congresso nacional da JELB. Aí sim eu posso endoidar de vez. Acumular trabalho sempre me deixa assim. Mas eu supero, vou conseguir passar por tudo de boa (espero)
O que não pode é desanimar! Como diria o Diogo, que tá lá em Sampa: "o negócio é não parar!"
FUI!!! :P
Por outro lado, não é a correria que vai me deixar triste, desanimada. Fico cansada, às vezes sem disposição física para algumas coisas. Mas estou feliz. O congresso do DBCO foi ótimo! No recesso vou pra casa, passar Natal e Ano Novo com mamãe. Em janeiro vou pra Cuiabá: congresso nacional da JELB. Aí sim eu posso endoidar de vez. Acumular trabalho sempre me deixa assim. Mas eu supero, vou conseguir passar por tudo de boa (espero)
O que não pode é desanimar! Como diria o Diogo, que tá lá em Sampa: "o negócio é não parar!"
FUI!!! :P
Esse não podia faltar...
Eu não assisti ao jogo, mas de forma alguma poderia deixar de ao menos comentar alguma coisa, baseada no pouco que OUVI da TV ligada e do pessoal no dia seguinte (hoje, diga-se de passagem).
Quando ligamos a televisão lá em casa, meu primeiro espanto (ou não): 20 minutos do segundo tempo e o placar ainda estava 0x0. Não muito tempo depois, ouve-se o grito do Galvão Bueno. Ele gritou "gol" de forma tão empolgada que parecia que tinha sido do Brasil. Não era.
Equador 1x0 Brasil. Ninguém merece ver isso...
(ainda bem que eu não perdi meu tempo vendo o jogo)
Quando ligamos a televisão lá em casa, meu primeiro espanto (ou não): 20 minutos do segundo tempo e o placar ainda estava 0x0. Não muito tempo depois, ouve-se o grito do Galvão Bueno. Ele gritou "gol" de forma tão empolgada que parecia que tinha sido do Brasil. Não era.
Equador 1x0 Brasil. Ninguém merece ver isso...
(ainda bem que eu não perdi meu tempo vendo o jogo)
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