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14 maio 2005

Eu (?)

Fiz umas mudanças hoje no meu perfil do Orkut... não que eu tenha sido muito esclarecedora quanto à minha personalidade... é que estou em processo de mudança, literalmente.

No momento, não sei quem sou, só sei que sou.

Contradição? Não necessariamente. Eterno processo de adaptação, sem dúvida.

Amo meus pais e meus amigos. Adoro escrever. Não sei declarar o 'foda-se' para o mundo. Perfeccionista. 'Caxias' também.

Cristã convicta, não tente me convencer do contrário. Alguns dogmas não devem ser explicados, apenas aceitos.

Falta do que falar? Talvez. Não importa, já fui muito filosófica essa semana. Ah! Quem souber de alguma kit ou ap de 1 qto próximo à UnB, avisa, please!!!!!

12 maio 2005

Algumas palavras

Tempos um tanto quanto complicados, esses em que vivemos. Tempos em que muitas vezes valorizamos mais as coisas do que as pessoas - ainda que "as pessoas" sejamos nós mesmos.

Tempos em que vivemos correndo, sem tempo para aproveitar nossos amigos, ou simplesmente apreciar toda a beleza que Deus criou - apesar de muito dela já ter sido bastante modificada.

Tempos em preferimos tratar com os outros via internet - MSN, Orkut, Gazzag, IRC (isso ainda existe...), e-mail etc e tal.

Tempos em que reclamamos se o computador demora mais do que um minuto para executar qualquer programa. Não sabemos mais esperar, queremos só o instantâneo.

Tempos em que temos medo de expressar nossos sentimentos por alguém, ainda que seja uma linda maizade. Temos medo de demonstrar carinho, cuidado... e indignação também. Não nos permitirmos mais nos indignarmos com as injustiças! E são tantas...

Nos revoltamos simplesmente porque o Orkut não sabe contar (eu mesma ainda não entendi porque há algum tempo tenho -1 mensagem), mas não nos preocupamos com a miséria do outro, nem com a nossa própria miséria. Não falo só de miséria em termos financeiros... também podemos ser miseráveis espiritualmente, intelectualmente, ou em termos de sentimentos.

Temos preguiça. Não temos só medo, temos preguiça também. Somos preguiçosos demais para fazer alguma coisa que preste. Somos egoístas demais para pensar no outro. Somos interesseiros demais para só nos mexermos quando sabemos que teremos algo em troca (basta ver o reboliço com os árabes que vieram a Brasília...).

Somos muita coisa e também não somos nada.

Mais algumas palavras interessantes, vide o que escreveu o Leyberson.

09 maio 2005

Minha primeira visita à nova escola

Uma das grandes preocupações dos pais de filhos pequenos é a escola onde vão estudar. Quando não se permitem confiar no sistema público, escolhem a dedo em qual das particulares seu pequeno rebento passará grande parte não só do seu dia, mas de sua vida, possivelmente. Uma boa escola, que proporcione à criança um ambiente adequado para seu desenvolvimento intelectual e social, faz toda a diferença.
Comigo não foi diferente. Passei por algumas creches antes de chegar aos três anos de idade. Não tenho lembranças desse tempo, sei porque mamãe contou e por ter algumas fotos em casa. No entanto, lembro-me de uma coisa. Se isso aconteceu mesmo, não sei ao certo, mas dificilmente essa imagem vai sair da minha cabeça.
Eu estava no carro com minha mãe, estávamos em frente a uma casa. Podia ver um espaço grande, que provavelmente já fora uma garagem. O chão era revestido de lajotas amarelo-escuras e as paredes, brancas. Havia umas colunas do lado esquerdo; à direita, paredes, com duas ou três janelas. Havia também uma porta lá no fundo. Mamãe me informava que ali eu iria estudar. Era aquela minha próxima escolinha. O nome? Semente.
Realmente não sei se foi exatamente assim que tudo aconteceu. Pouco tempo depois, a escola Semente mudou de endereço, e eu não me recordo de minhas aulas no prédio antigo, somente no novo, da rua Antônio Gerbase. Estudei ali até a quarta série dp fundamental, uns oito anos ao todo, eu acho. Fiz boas amizades, fui muito feliz. Isso tudo torna desnecessário saber se meu primeiro contato com aquela que seria minha segunda casa foi exatamente do modo como minha memória retrata. Se realidade ou fantasia da minha mente, o importante é que nunca esquecerei aquela casa com piso amarelo logo na entrada.

07 maio 2005

É...

Antes, só um aviso: não sei ao certo onde vou morar definitivamente. É uma pena, ,mas não deu certo de ir morar no ap com Flávia e Darlene.

Bom, mas hoje, passeio a Itiquira com a turma de fotografia. Muito bom! Assim que eu tiver paciência escrevo algo decente sobre isso.

Foi muito legal mesmo! Muitas fotos!!!!!