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13 setembro 2004

Só uma retificação...

Eu realmente ainda não sabia quando escrevi... tinham me dado a informação errada. Os professores voltaram da greve sim hoje. Vou ter que ver direitinho se vou viajar em janeiro...

Da Vinci

Eu já devia ter escrito isso há uns dias. Por vários motivos, não pude, ou não quis.

Na verdade, esse pequeno texto é só um comentário sobre um livro que acabei de ler: O Código da Vinci. Ih! Mais alguém querendo comentar esse livro... Eu sei, já tem gente demais escrevendo sobre ele. Mas o livro é bom, eu não podia deixar passar. O autor é realmente bom. Sabe escrever uma trama capaz de nos prender à leitura.

Não vou cometer o disparate de querer comparar a escritores como Agatha Cristhie (até porque ainda não me dei o prazer de ler qualquer livro seu, mesmo tendo a coleção em casa). No entanto, poderia dizer que ele é tão bom quanto a infanto-juvenil J.K. Rowling. Não tenho certeza da quantidade de cópias vendidas até agora, mas digo que não é à toa que ele está há um bom tempo na lista dos mais vendidos.

Aqui também não cabe nenhuma discussão sobre a veracidade de algumas informações ali contidas. É uma ficção, apesar de o autor afirmar haver ali informações verídicas. Não, de fato não concordo com algumas posições sobre a natureza de Jesus Cristo, até porque sou cristã convicta. Qualquer um que concorde, fique à vontade, cada cabeça uma sentença. Mas deixemos isso de lado. O que importa aqui é a recomendação. Vale a pena ler. Quem quiser emprestado, eu tenho.

Matrícula

(Depois de deixar meu querido blog meio abandonado por um dias... de volta à ativa, antes que eu suma de novo...)

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Primeiro dia de matrícula na UnB. É realmente muito bom ver gente circulando novamente por lá. A universidade agora voltou a viver. Pelo menos por uns dias, já que os professores resolveram não sair da greve. De qualquer forma, isso não tira a alegria de ver a vida pulsando novamente por aqueles corredores.

Talvez alguns se perguntem agora: o que essa doida vê de tão especial nisso? Eu respondo: são só seis meses de Brasília, mas já consegui me afeiçoar não só à cidade e às pessoas, mas também a esse local onde passarei um bom tempo da minha vida, pelo menos até a minha formatura. Só o fato de saber que ali encontrarei grandes amigos e aprenderei bastante (apesar das dificuldades em temos de estrutura ou da qualidade por vezes duvidosa dos professores), não só sobre comunicação e jornalismo em si, mas com certeza também a ser uma pessoa melhor, só isso já torna aquela universidade um lugar especial pra mim, como eu tenho certeza que foi ou é para muitas outras pessoas.

Mas, em relação ao reinício das aulas, ou melhor, ao término do semestre que sequer começou, pode parecer estranho, mas eu não veria problemas em ter aula até a primeira ou segunda semana de fevereiro. Não, eu não sou masoquista, pra querer sofrer no calor dessa época. São outros interesses que me fazem ter essa preferência. Já que definitivamente não acabaremos antes da segunda semana de janeiro, eu preferiria acabar só em fevereiro. Só assim eu poderia ir pra Cuiabá em janeiro um pouco menos preocupada com as provas ou trabalhos a entregar.

Mas é isso. Não sabemos ainda quando as aulas vão de fato começar. Tampouco podemos fazer muita coisa quanto a isso, depende somente dos nossos queridos mestres. Ainda assim, a UnB já pulsa, pulsa, pulsa...

07 setembro 2004

Independência ou Morte!

Mais um 7 de setembro. Será que temos mesmo o que comemorar? Não quero ser radical, nem pessimista nem patriota ao extremo. No dia em que comemoramos a independência política e administrativa do Brasil em ralação a Portugal seria interessante que cada um parasse um pouco pra pensar na atual situação do país, o que está bem encaminhado, o que temos de bom, o que precisamos melhorar urgentemente. Fazer uma análise semelhante à que alguns fazem no dia de seu aniversário, afinal, podemos dizer que hoje a nação brasileira comemora seu aniversário, mais especificamente, 182 anos.
Algumas pessoas conseguem ser pessimistas demais. Dizem que o Brasil está uma merda (com o perdão da palavra) e não tem jeito de melhorar. Por outro lado, tem aqueles incapazes de observar os muitos problemas em nosso país. Na minha opinião, o Brasil tem sim inúmeros e graves problemas. Basta pararmos pra observar a pobreza, a desigualdade social ao nosso redor, as dificuldades econômicas, o subdesenvolvimento, a violência nas grandes cidades. Ih! É tanta coisa que não dá pra colocar tudo aqui, sempre vamos lembrar de mais alguma coisa.
No entanto, apesar de tudo isso, temos muito do que nos orgulhar também. Temos uma terra abençoada, com belezas naturais, riquezas em termos de recursos. Não sofremos com furacões, terremotos, guerra civil (ignore o RJ, pelo menos agora). Temos um povo que mesmo passando por grandes dificuldades, é alegre, solidário , batalhador. O clima de modo geral é bastante agradável, nada que não possa ser contornado ou ao qual não possamos nos adaptar. A terra é fértil, quando devidamente trabalhada, produz muito. Sim, temos muito com o que nos alegrar dessa nossa pátria.
Talvez o que falte é um pouco mais de consciência, de todos; valorizar esse país, pensar um pouco mais no coletivo e entender que, se o país cresce no coletivo, ele melhora pra cada um individualmente também. Pensemos um pouco mais nisso...