De acordo com o contador que eu coloquei aqui no blog, faltam oito meses, duas semanas e dois dias para meu casamento com o Renan. Eu não escrevi nada por aqui, mas final de semana passado completamos dois anos e dois meses de namoro (no sábado) e seis meses de noivado (no domingo).
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09 junho 2011
Oito meses e meio
09 fevereiro 2011
Conforto pelos ares
A Folha deu hoje que, pela primeira vez desde 2003, quando assumiu a Presidência da República, Lula embarcou num vôo comercial, para ir até Brasília. Desde então, ele só tinha viajado em jatos alugados pelo comitê de campanha eleitoral, em aviões da Força Aérea, no AeroLula (que substituiu o Sucatão dos anos FHC) e num jato particular emprestado pelo ex-vice-presidente José Alencar.
27 novembro 2008
Suposições
A cada dia, uma nova surpresa. Não, não é bem assim. Talvez isso é o que eu gostaria que fosse: dias repletos de boas surpresas, boas novas.
A cada hora, uma novidade. Isso pode ser verdade até a cada minuto. Mas não vem exatamente de nde eu gostaria que fosse. Vem do ladinho, da cadeira vizinha, do espaço logo em frente, mas não daquele ponto específico no universo.
A cada segundo uma nova batida, um novo ritmo da mente e do coração. Mas de que a mudança se o olhar é em vão. Quando ele com o seu se cruza até se dá a impressão da vontade mútua. mas ela desaparece no sopro de vida seguinte, antes mesmo de um novo toque, de um novo sentir, de um segundo pulsar.
Mas ainda assim a vida corre nas veias, pulsa a cada nova tentativa, acelera a cada instante em que mais uma vez se vislumbram novas possibilidades.
A vida continua correndo, latejando e passando. Depressa como não queríamos que fosse, quando tudo o que se quer é tornar um instante eterno, aproveitar cada milímetro do toque, seja eventual ou planejado.
E já não se sabe como proceder. Ir ou voltar, continuar, seguir adiante, ou ficar? Ou sonhar acordado, com os pés bem firmes no chão.
A cada hora, uma novidade. Isso pode ser verdade até a cada minuto. Mas não vem exatamente de nde eu gostaria que fosse. Vem do ladinho, da cadeira vizinha, do espaço logo em frente, mas não daquele ponto específico no universo.
A cada segundo uma nova batida, um novo ritmo da mente e do coração. Mas de que a mudança se o olhar é em vão. Quando ele com o seu se cruza até se dá a impressão da vontade mútua. mas ela desaparece no sopro de vida seguinte, antes mesmo de um novo toque, de um novo sentir, de um segundo pulsar.
Mas ainda assim a vida corre nas veias, pulsa a cada nova tentativa, acelera a cada instante em que mais uma vez se vislumbram novas possibilidades.
A vida continua correndo, latejando e passando. Depressa como não queríamos que fosse, quando tudo o que se quer é tornar um instante eterno, aproveitar cada milímetro do toque, seja eventual ou planejado.
E já não se sabe como proceder. Ir ou voltar, continuar, seguir adiante, ou ficar? Ou sonhar acordado, com os pés bem firmes no chão.
23 novembro 2008
Você também alguma vez já sentiu?
Você alguma vez já sentiu uma vontade louca de escrever, colocar no papel, ou num arquivo .doc, todos os pensamentos que enchem a mente ao mesmo tempo?
É a lembrança de alguém querido, ou a preocupação com quem está longe. É a alegria de uma conquista e a ansiedade por um resultado. É a vontade de ver alguém e o desejo de ser notado. A ânsia por estar com aquela pessoa e a dúvida se isso é correspondido.
É a frustração por uma coisa que não deu certo e a esperança das novas oportunidades que chegam com cada amanhecer. É um ribombar de idéias e sentimentos que se misturam e muitas vezes se confundem, também.
É o sono chegando sem a vontade de dormir. Querer estar só e sentindo um cafuné gostoso, tudo ao mesmo tempo. É não dar descanso pra mente e também querer ouvir o vazio dos próprios pensamentos. É ver um filme passar em frente aos seus olhos fechados e sonhar que está acordado.
É sentir-se simultaneamente apaixonado e buscando um amor para chamar de seu.
Você também já sentiu uma vontade súbita de escrever?
É aquela hora em que não se pára nem pra colocar os óculos, o papel fica pertinho do rosto e a letra, o maior e mais redondinha possível, pra se conseguir distinguir as letras e as linhas, apesar da miopia e do astigmatismo.
É quando a gente não se preocupa com pontos, vírgulas, oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas. Também não estamos nem aí se vai rimar ou não, se vai ficar poético ou será prosa. Não escrevemos versos ou narrativas, nem dissertação ou descrição.
Pouco importa se alguém vai achar bonito, profundo, inteligente. Se é que alguma alma caridosa vai querer ler e compartilhar alguns jorros d'alma.
Tem certeza de que você já sentiu uma vontade incontrolável de escrever?
Se já, você sabe como é sentir as palavras vindo sabe-se lá de onde, ouvi-las passando pelo pensamento e vê-las se materializando, seja numa folha de caderno, na tela de um computador ou no LCD de um celular. Seja em um simples rascunho sem o menor sentido – que vai acabar parando em um blog qualquer -, em uma declaração de amor ou numa mensagem para um amigo.
Então você conhece o prazer de não abreviar palavra nenhuma, sentir o sabor de cada letra desenhada. Então lhe agrada o prazer de virar uma folha, duas, três, quantas forem necessárias (como estou prestes a... como fiz agora pela segunda vez desde o início) para completar o raciocínio nem sempre lógico. E perceber que isso só foi possível depois do sofrimento de encontrar, escolher a primeira frase, a primeira palavra.
Então você sabe como é escrever simplesmente por escrever, sem se preocupar se algum dia esse amontoado de idéias vais ser publicado em algum lugar. Sabe como é pensar que alguém pode ler, algum dia, e se perguntar “será que vão gostar?'.
Essa é a vontade irreparável de escrever.
Se você já sentiu, ou se ainda sente, não tente controlar, quiçá educar para o bem. Basta papel e caneta. Não precisa tecnologia, nem tempo, nem sabedoria, nem mesmo muita dedicação.
Encontre a primeira idéia. Ou melhor, receba com carinho a idéia inicial – e write it down que o resto vem, nem precisa ligar o semi-automático.
Você vai ver que é fácil ceder a essa vontade irresistível de escrever.
Pulando uma palavra, substituindo outra, corrigindo uma letra torta com um rabisco por cima, apertando os olhos para ver melhor na ausência dos óculos, e logo, logo você também vai estar a seis linhas do fim da página de pauta estreita e linhas finas, no formato maior um pouco que o A5, exatamente como eu estava há três linhas.
É a lembrança de alguém querido, ou a preocupação com quem está longe. É a alegria de uma conquista e a ansiedade por um resultado. É a vontade de ver alguém e o desejo de ser notado. A ânsia por estar com aquela pessoa e a dúvida se isso é correspondido.
É a frustração por uma coisa que não deu certo e a esperança das novas oportunidades que chegam com cada amanhecer. É um ribombar de idéias e sentimentos que se misturam e muitas vezes se confundem, também.
É o sono chegando sem a vontade de dormir. Querer estar só e sentindo um cafuné gostoso, tudo ao mesmo tempo. É não dar descanso pra mente e também querer ouvir o vazio dos próprios pensamentos. É ver um filme passar em frente aos seus olhos fechados e sonhar que está acordado.
É sentir-se simultaneamente apaixonado e buscando um amor para chamar de seu.
Você também já sentiu uma vontade súbita de escrever?
É aquela hora em que não se pára nem pra colocar os óculos, o papel fica pertinho do rosto e a letra, o maior e mais redondinha possível, pra se conseguir distinguir as letras e as linhas, apesar da miopia e do astigmatismo.
É quando a gente não se preocupa com pontos, vírgulas, oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas. Também não estamos nem aí se vai rimar ou não, se vai ficar poético ou será prosa. Não escrevemos versos ou narrativas, nem dissertação ou descrição.
Pouco importa se alguém vai achar bonito, profundo, inteligente. Se é que alguma alma caridosa vai querer ler e compartilhar alguns jorros d'alma.
Tem certeza de que você já sentiu uma vontade incontrolável de escrever?
Se já, você sabe como é sentir as palavras vindo sabe-se lá de onde, ouvi-las passando pelo pensamento e vê-las se materializando, seja numa folha de caderno, na tela de um computador ou no LCD de um celular. Seja em um simples rascunho sem o menor sentido – que vai acabar parando em um blog qualquer -, em uma declaração de amor ou numa mensagem para um amigo.
Então você conhece o prazer de não abreviar palavra nenhuma, sentir o sabor de cada letra desenhada. Então lhe agrada o prazer de virar uma folha, duas, três, quantas forem necessárias (como estou prestes a... como fiz agora pela segunda vez desde o início) para completar o raciocínio nem sempre lógico. E perceber que isso só foi possível depois do sofrimento de encontrar, escolher a primeira frase, a primeira palavra.
Então você sabe como é escrever simplesmente por escrever, sem se preocupar se algum dia esse amontoado de idéias vais ser publicado em algum lugar. Sabe como é pensar que alguém pode ler, algum dia, e se perguntar “será que vão gostar?'.
Essa é a vontade irreparável de escrever.
Se você já sentiu, ou se ainda sente, não tente controlar, quiçá educar para o bem. Basta papel e caneta. Não precisa tecnologia, nem tempo, nem sabedoria, nem mesmo muita dedicação.
Encontre a primeira idéia. Ou melhor, receba com carinho a idéia inicial – e write it down que o resto vem, nem precisa ligar o semi-automático.
Você vai ver que é fácil ceder a essa vontade irresistível de escrever.
Pulando uma palavra, substituindo outra, corrigindo uma letra torta com um rabisco por cima, apertando os olhos para ver melhor na ausência dos óculos, e logo, logo você também vai estar a seis linhas do fim da página de pauta estreita e linhas finas, no formato maior um pouco que o A5, exatamente como eu estava há três linhas.
17 novembro 2008
Right or wrong, it's done (it should be like this for now)
Foram praticamente dois meses e meio em dúvida, pensando no que fazer, o que decidir. Agora foi. Está feito. Certeza de que deveria ter sido assim? Não a tenho. Mas, como me sugeriu um grande amigo, eu precisava ter claro o que eu queria arriscar.
Arrisquei. E agora? Estamos cada um no seu canto, pro seu lado, com sua própria dor e seu próprio amor.
Duas coisas precisam ficar bem claras. Aliás, três. Uma, que fui sincera em cada momento dos últimos três anos, dois meses e dez dias. Se disse que amava, era porque assim sentia. Se disse que estava em dúvida, foi uma coragem de assumir a incerteza. Se disse que não dava mais, é porque senti que estava nos fazendo mal.
A segunda: fui fiel do início ao fim. Sempre. De corpo, alma e consciência, com certeza. Não importa o que pensem ou digam, quanto a isso, estou tranquila. Fiz o que achava que era o certo, sempre.
Por fim, não fiz isso por nenhum outro alguém que não nós dois. Eu e você, somente. Mas e aque... não vamos misturar as coisas. Tive medo de ser influenciada, sim, confesso. Mas, outra vez digo, fiz o que achei que devia.
Não te enrolei, não te usei e sei que a recíproca é verdadeira. Não espero uma amizade como tínhamos antes logo agora. Dói, eu sei. Pra mim também. E custa um pouco a passar. Mas tenhamos calma, que as coisas se ajeitam e, sempre para o nosso bem, tem um Deus, um Pai lá em cima que nos cuida, nos olha, nos guia, nos protege e ilumina.
Muito te amei e ainda te amo. Só mudou a forma.
Arrisquei. E agora? Estamos cada um no seu canto, pro seu lado, com sua própria dor e seu próprio amor.
Duas coisas precisam ficar bem claras. Aliás, três. Uma, que fui sincera em cada momento dos últimos três anos, dois meses e dez dias. Se disse que amava, era porque assim sentia. Se disse que estava em dúvida, foi uma coragem de assumir a incerteza. Se disse que não dava mais, é porque senti que estava nos fazendo mal.
A segunda: fui fiel do início ao fim. Sempre. De corpo, alma e consciência, com certeza. Não importa o que pensem ou digam, quanto a isso, estou tranquila. Fiz o que achava que era o certo, sempre.
Por fim, não fiz isso por nenhum outro alguém que não nós dois. Eu e você, somente. Mas e aque... não vamos misturar as coisas. Tive medo de ser influenciada, sim, confesso. Mas, outra vez digo, fiz o que achei que devia.
Não te enrolei, não te usei e sei que a recíproca é verdadeira. Não espero uma amizade como tínhamos antes logo agora. Dói, eu sei. Pra mim também. E custa um pouco a passar. Mas tenhamos calma, que as coisas se ajeitam e, sempre para o nosso bem, tem um Deus, um Pai lá em cima que nos cuida, nos olha, nos guia, nos protege e ilumina.
Muito te amei e ainda te amo. Só mudou a forma.
15 novembro 2008
Eu sabia que era sonho
Um sonho legal, estranho e com muita gente hoje, naquele finzinho de sono. A começar por mamãe que, sim, estava feliz com Winston, apesar de ele, sabe-se lá o porquê, ter de aplicar nela as injeções de um coquetel anti-retroviral. Também vovó, esta muito bem de saúde, hospedade no meu quarto, só que no da casa do Poço - não me pergunte por que estávamos lá de volta.
Nas últimas cenas, ou melhor, takes, uma grande mesa de almoço, num restaurante bem simples, mas bem arrumadinho.
O Bráulio sentado na bancada do dono do estabelecimento, dizia para a Anahi esperar a gente se servir para só então eles fazerem o mesmo. Ely e Gabi sentava ao meu lado. Felipinho, "para me proteger", não sei de quê ou de quem, estava ao meu lado direito. Na frente, um pouco deslocados para a direita, Carol e Gugu, Dani e Anderson (o casal, não os irmãos).
No restaurante, conosco, também estava a Mari Jungmann que, saindo dali, eu levaria para a praia do Francês, "para você saber por que eu não faço questão de ir para Porto de Galinhas".
O restaurante e a comida estavam em tons de bege. Eu tentei achar a salada, mas não consegui, acabei ficando com a batata e a macaxeira, e mais alguns tubérculo. Em um canto, uma mesa que parecia ter sido posta na noite anterior, para a montagem de crepes de chocolate com banana e morangos.
Também uma outra bancada, cheia de doce caseiro de banana.
Eu estava me dirigindo para a mesa principal, com a comida quente, e ainda na esperança de encontrar ao menos uma folhinha de alface e um tomate, para colorir meu prato e meu sonho. Antes disso, eu acordei.
Nas últimas cenas, ou melhor, takes, uma grande mesa de almoço, num restaurante bem simples, mas bem arrumadinho.
O Bráulio sentado na bancada do dono do estabelecimento, dizia para a Anahi esperar a gente se servir para só então eles fazerem o mesmo. Ely e Gabi sentava ao meu lado. Felipinho, "para me proteger", não sei de quê ou de quem, estava ao meu lado direito. Na frente, um pouco deslocados para a direita, Carol e Gugu, Dani e Anderson (o casal, não os irmãos).
No restaurante, conosco, também estava a Mari Jungmann que, saindo dali, eu levaria para a praia do Francês, "para você saber por que eu não faço questão de ir para Porto de Galinhas".
O restaurante e a comida estavam em tons de bege. Eu tentei achar a salada, mas não consegui, acabei ficando com a batata e a macaxeira, e mais alguns tubérculo. Em um canto, uma mesa que parecia ter sido posta na noite anterior, para a montagem de crepes de chocolate com banana e morangos.
Também uma outra bancada, cheia de doce caseiro de banana.
Eu estava me dirigindo para a mesa principal, com a comida quente, e ainda na esperança de encontrar ao menos uma folhinha de alface e um tomate, para colorir meu prato e meu sonho. Antes disso, eu acordei.
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