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22 novembro 2011

Como?

Dizem que todos querem um trânsito mais seguro, com mais respeito, menos acidentes, menos estresse. Querem mesmo?

04 novembro 2011

É pra desabafar, ok?

Sério mesmo, cansei. To quase pra parar de ler notícia sobre política. E se eu me especializasse em cultura? Ou esporte? Turismo! Isso! Viver viajando e largar mão de me irritar com os radicais que resolveram tomar conta dos espaços disponíveis e com alcance minimamente considerável.

28 setembro 2011

Nem lembrava...

É claro que eu não esqueci a viagem fantástica que fiz com mamãe ano passado a Paris e Londres. Mas é claro que eu não lembraria das datas exatas, a não ser que futucasse nos resquícios da viagem que permanecem lá em casa (Moleskines, tickets, guias...). Ou pelo e-mail que recebi hoje.

16 setembro 2011

Passa tãããão rápido!

Eu sei que vou, invariavelmente, cair num lugar comum ao falar da velocidade com que o tempo tem passado ultimamente. Mas, ah... não tem como não se surpreender com como o tempo tem passado cada vez mais rápido.

Outro dia a Anahi falou que, na escola, elas, professoras, já contam que setembro é praticamente dezembro. São os "bro's". E eles passam voando! Passam mesmo...

Resolvi escrever sobre isso porque hoje me dei conta de que algumas das noivas cujos blogs eu acompanho se casam este final de semana. Hoje uma se casa no civil, para poder dar entrada no casamento religioso na igreja Católica (juro que eu achava que os padres também podiam celebrar casamento religioso com efeito civil, mas...). Amanhã, outras duas noivas blogueira também se casam. Essas com festa e tudo. Viram senhoras definitivamente.

No início do mês, quem casou foi a Sarinha, lá da TV. Daqui a dois meses quem casa é a Renata. E essas duas eu acompanhei praticamente desde o noivado. Ainda lembro da Sara voltando de Nova Iorque e contando do trabalhão que foi distribuir as lembrancinhas nas malas dela, da Sheyla e da outra amiga companheira de viagem. Parece que foi ontem aquela conversa enquanto caminhávamos até o estacionamento do Interlegis.

Renata eu acompanho desde o noivado, literalmente. Aliás, a festa foi no dia em que eu e o Renan fizemos a faxinha pré-mudança do apartamente onde estamos morando agora. Foi tão lindo o Judá pedindo ela em casamento! E nem parece que já tem mais de um ano desde então.

Pois é... nos nossos preparativos as coisas também têm passado bem rápido. 2011 jajá termina e com ele praticamente termina o nosso prazo para organizar o nosso casamento. Sério, não parece que faltam pouco mais de cinco meses para o dia 25 de fevereiro. E olha que a nossa contagem começou em 14 meses!

É... tá quase chegando. E ver tantas noivinhas realizando seus sonhos faz tudo parecer mais próximo ainda!

17 março 2011

Tudo do que eu não precisava agora

Eu sei que ainda (ou já, depende do ponto de vista, ficarei com o “ainda”) faltam 11 meses para o casamento, por isso, ainda não tenho justificativa para ficar agoniada, achando que está tudo atrasado, porque não está. Pelo contrário, está tudo dentro do cronograma que nós tínhamos estabelecido. Mas ainda assim me sinto em pleno direito de reclamar, de dizer que não, eu não merecia receber um pedido para devolver o apartamento alugado a seis meses de recebermos o nosso e nos casarmos. Pois é, foi isso o que me aconteceu ontem.

22 julho 2010

Tudo novo, de novo

Não tive essa sensação quando saí da 313 norte. Nem quando saí do bloco A para o Q, ambos na 407, também norte. O sentimento quando da saída do bloco Q para o bloco A da 106 o sentimento foi de que algo novo estava acontecendo. E também a saudade que Darlene deixava. Era um sentimento que completava tudo o que me aconteceu em 2009. Namorado novo, emprego novo, carro novo... casa nova! (sim, exatamente nessa ordem)

Agora, que está chegando a hora de deixar a 106 norte, parece diferente, apesar de o processo ser sempre o mesmo: procura nos classificados, na WImóveis, vai visitar uma penca de apartamentos em tudo que é canto, apresenta documentação para cadastro, espera o resultado e prepara a mudança.

15 maio 2009

Entrando em off por um tempo...

Sabe aqueles dias em que a gente acorda sem querer acordar? O primeiro plano, o despertador já fez questão de cancelar. Também, quem mandou largar ele debaixo da coberta? Óbvio que sequer ouvi. O segundo plano... bom, este o despertador ajudou a deixar para trás, mas não por vontade dele. Por enrolação minha, mesmo.

O terceiro plano do dia quem impediu foi o tempo (no sentido de clima). Sete da matina: cadê o sol? Durmo um pouco mais. Oito da manhã: ele ainda não apareceu? Só mais uns minutinhos. Perco a minha massagem. O sol continua não aparecendo. Volto ao primeiro ponto da programação do dia: academia. Seguida de almoço, banho, trabalho.

Mas o que eu queria, mesmo, era continuar dormindo. O dia todo. O final de semana todo. Por uma semana. Ficar horas seguidas deitada na cama. Quiçá assistindo a algum programa idiota na TV, enrolada na coberta, tomando um chá, comendo um chocolate, ou uma pipoca. Tudo isso enquanto o sol insiste em não aparecer.

Alguém tem uma sugestão para me tirar de casa? Trabalho não vale. Aliás... é nesses dias que eu mais preciso de trabalho. Não por ele, não levantaria um músculo sequer da cama para qualquer outra coisa que não andar pela casa para suprir algumas necessidades fisiológicas, como comer.

Tem algum filme bom no cinema? Ou alguma loja em promoção, talvez? Hum... eu não tenho muitas ideias. Não agora, pelo menos. E você, tem alguma sugestão?

02 abril 2009

Fim de tarde

Parece que o sol resolveu fazer um brinde à primeira das despedidas. E até o trânsito da Esplanada se fez mais bonito. Não porque nos ofusca o brilho do céu, mas porque nos encanta. No céu de azul mesclado com o branco das nuvens ralas, o amarelo radiante tingindo aos poucos o horizonte com as cores do fim do dia.

As árvores servem para emoldurar, junto com os prédios próximos à torre. Aliás, imponente torre nesse cenário de quase melancolia. Ou seria preguiça?

O passar pelo Marco Zero da Capital também fica mais bonito, com os contra-luzes bem definidos das pessoas que lentamente caminham pela plataformasuperior, das palmeiras que enfeitam a praça da fonte em pleno Monumental.

Bela tarde desta que vos escreve. Numa visão plácida e que, mesmo com a primeira das despedidas, nada tem de melancólico. Tem sim, de inspirados. Ah, se tivesse aqui uma câmera, um tripé e um pouco mais de tempo...

16 janeiro 2009

Sono

Já passei (e ainda passo) pela vontade incontrolável de escrever. Ou melhor, necessidade. Já passei da fase de ir dormir e acordar cedíssimo. Saudades desse período. Agora, dorme, que o mal é sono. Sono causado pela insônia.

Não é necessário explicar muito. A insônia à noite, claro, que faz ir dormir somente depois da meia-noite, uma da manhã. E não é lendo a série de crepúsculo. Pode ser por vários motivos. Internet, arrumação de mala, sessão salão de beleza caseiro.

Só que aí, pela manhã, se passam situações absurdas. Sim, absurdas, às vezes. Tudo começa com “sonecas” conscientes durante 30 minutos, uma hora, dependendo da disponibilidade. Depois passa, dependendo do dia, para simplesmente não ouvir o despertador tocar.

Agora, não imaginava poder chegar ao estágio de fazer as duas coisas ao mesmo tempo: não ouvir o despertador (no caso, o celular), mas mesmo assim apertar seguidamente o soneca por duas horas e, mais que isso, levantar, pegar o bendito na prateleira, desligá-lo, levá-lo junto de volta para a cama e não lembrar de absolutamente nada disso. Nada.

Sorte de quem não mora sozinho e tem alguém que pode chegar no quarto e dizer: já são quinze pras nove, você não tem que trabalhar às nove? PQP!!!

28 novembro 2008

Banho de chuva

Há quanto tempo já não simplesmente saio para sentir-te cair sobre minha cabeça, meus ombros e molhar-me inteira, sem dó nem piedade?

Há quanto tempo já não sinto os teus beijos de gotas molhadas em cada centímetro quadrado do meu corpo, encharcando minha roupa e mina mente?

Sinto falta de ter-te por um momento que seja, a lavar-me o espírito, a acalmar-me a alma, a tirar de mim todos os pensamento que só pesam cada vez mais. Ainda que depois de tudo isso, o que eu precise seja um banho bem quente, para reavivar-me da tua água fria.

Te vejo cair, e mesmo fujo de ti. Talvez me falte coragem de assumir-te, receber-te de coração aberto e sentir todo o bem que podes fazer a alguém.

Depois de um período sem te ver, já sei que daqui a um tempo vou reclamar da tua presença constante, mas não se ressinta, ainda gosto – e muito – de ouvir o teu ruído gostoso envolta no cobertor, sentindo o calor que fazes ficar ainda mais intenso.

Como é bom sentir-te acompanhando e embalando o sono, amenizando o calor do dia, deixando a noite acolhedora, perfeita para aqueles programinhas bem caseiros.

Ainda que não te tenha procurado, sei que sempre estarás aí, para quando precisar de ti. Só te peço que não me esqueças. Serei sempre uma admiradora de todo o teu poder de renovação, uma força que pode ao mesmo destruir ou ajudar a construir. Algo que me destrói a cada toque teu, quando isolados, e me reaviva depois, para seguir em frente.

27 novembro 2008

Suposições

A cada dia, uma nova surpresa. Não, não é bem assim. Talvez isso é o que eu gostaria que fosse: dias repletos de boas surpresas, boas novas.

A cada hora, uma novidade. Isso pode ser verdade até a cada minuto. Mas não vem exatamente de nde eu gostaria que fosse. Vem do ladinho, da cadeira vizinha, do espaço logo em frente, mas não daquele ponto específico no universo.

A cada segundo uma nova batida, um novo ritmo da mente e do coração. Mas de que a mudança se o olhar é em vão. Quando ele com o seu se cruza até se dá a impressão da vontade mútua. mas ela desaparece no sopro de vida seguinte, antes mesmo de um novo toque, de um novo sentir, de um segundo pulsar.

Mas ainda assim a vida corre nas veias, pulsa a cada nova tentativa, acelera a cada instante em que mais uma vez se vislumbram novas possibilidades.

A vida continua correndo, latejando e passando. Depressa como não queríamos que fosse, quando tudo o que se quer é tornar um instante eterno, aproveitar cada milímetro do toque, seja eventual ou planejado.

E já não se sabe como proceder. Ir ou voltar, continuar, seguir adiante, ou ficar? Ou sonhar acordado, com os pés bem firmes no chão.

25 novembro 2008

Dúbio...

Dúbio o sentimento... ser ao mesmo tempo menina e mulher, saber o que quer, mas não como agir. Sentimentos conflitantes que às vezes não me deixam pegar no sono.

Se pode ser a menina, recém descobrindo o mundo, percebendo a diferença entre o bem e o mal; ser adolescente nas paixões que parecem arrebatadoras, na dúvida de como mostrar isso, se é que se deve mostrar isso a alguém. Mulher ao saber bem o que quer, principalmente quando tudo o que está em jogo é a razão.

Menina ao saber que ainda há muito o que aprender, sempre, em tudo. Adolescente na suposta falsa rebeldia, de alguém que quer simplesmente chamar a atenção de outro alguém, ocupar o seu lugar no mundo.

Menina que mesmo aceitando, fica triste com um não recebido; adolescente que não compreende, não aceita, não se conforma com a negativa. Adulta o suficiente para não mais ver o não como uma rejeição, mas como uma circunstância.

Pessoa que não tá nem aí para o que os outros vão falar se correr atrás do que quer, bem resolvida o suficiente. Criatura que não consegue ter coragem de assumir uma decisão, um desejo, uma vontade; só de imaginar o que podem pensar, ou pior, falar.

Projeto de gente por demais prematura para ter consciência das vontades que a afligem, inocente demais para ver maldade na percepção ou na postura dos outros.

Sonhadora demais para perceber o que talvez possa, na real, estar acontecendo. Pé no chão demais para deixar as coisas fugirem completamente ao controle e/ou perder o foco.

Sentimentos dúbios, vontades conflitantes, desejos incompatíveis.

Criança o suficiente para sonhar com amores de cinema ou de contos de fadas. Adolescente ainda, para sonhar com a paixão incontrolável, de nos deixar sem chão, sem norte. Crescida o bastante para se conformar de que isso não acontece, e muito menos conosco, talvez com um outro, que nunca vamos conhecer, apenas ouvir falar.

23 novembro 2008

Você também alguma vez já sentiu?

Você alguma vez já sentiu uma vontade louca de escrever, colocar no papel, ou num arquivo .doc, todos os pensamentos que enchem a mente ao mesmo tempo?

É a lembrança de alguém querido, ou a preocupação com quem está longe. É a alegria de uma conquista e a ansiedade por um resultado. É a vontade de ver alguém e o desejo de ser notado. A ânsia por estar com aquela pessoa e a dúvida se isso é correspondido.

É a frustração por uma coisa que não deu certo e a esperança das novas oportunidades que chegam com cada amanhecer. É um ribombar de idéias e sentimentos que se misturam e muitas vezes se confundem, também.

É o sono chegando sem a vontade de dormir. Querer estar só e sentindo um cafuné gostoso, tudo ao mesmo tempo. É não dar descanso pra mente e também querer ouvir o vazio dos próprios pensamentos. É ver um filme passar em frente aos seus olhos fechados e sonhar que está acordado.

É sentir-se simultaneamente apaixonado e buscando um amor para chamar de seu.

Você também já sentiu uma vontade súbita de escrever?

É aquela hora em que não se pára nem pra colocar os óculos, o papel fica pertinho do rosto e a letra, o maior e mais redondinha possível, pra se conseguir distinguir as letras e as linhas, apesar da miopia e do astigmatismo.

É quando a gente não se preocupa com pontos, vírgulas, oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas. Também não estamos nem aí se vai rimar ou não, se vai ficar poético ou será prosa. Não escrevemos versos ou narrativas, nem dissertação ou descrição.

Pouco importa se alguém vai achar bonito, profundo, inteligente. Se é que alguma alma caridosa vai querer ler e compartilhar alguns jorros d'alma.

Tem certeza de que você já sentiu uma vontade incontrolável de escrever?

Se já, você sabe como é sentir as palavras vindo sabe-se lá de onde, ouvi-las passando pelo pensamento e vê-las se materializando, seja numa folha de caderno, na tela de um computador ou no LCD de um celular. Seja em um simples rascunho sem o menor sentido – que vai acabar parando em um blog qualquer -, em uma declaração de amor ou numa mensagem para um amigo.

Então você conhece o prazer de não abreviar palavra nenhuma, sentir o sabor de cada letra desenhada. Então lhe agrada o prazer de virar uma folha, duas, três, quantas forem necessárias (como estou prestes a... como fiz agora pela segunda vez desde o início) para completar o raciocínio nem sempre lógico. E perceber que isso só foi possível depois do sofrimento de encontrar, escolher a primeira frase, a primeira palavra.

Então você sabe como é escrever simplesmente por escrever, sem se preocupar se algum dia esse amontoado de idéias vais ser publicado em algum lugar. Sabe como é pensar que alguém pode ler, algum dia, e se perguntar “será que vão gostar?'.

Essa é a vontade irreparável de escrever.

Se você já sentiu, ou se ainda sente, não tente controlar, quiçá educar para o bem. Basta papel e caneta. Não precisa tecnologia, nem tempo, nem sabedoria, nem mesmo muita dedicação.

Encontre a primeira idéia. Ou melhor, receba com carinho a idéia inicial – e write it down que o resto vem, nem precisa ligar o semi-automático.

Você vai ver que é fácil ceder a essa vontade irresistível de escrever.

Pulando uma palavra, substituindo outra, corrigindo uma letra torta com um rabisco por cima, apertando os olhos para ver melhor na ausência dos óculos, e logo, logo você também vai estar a seis linhas do fim da página de pauta estreita e linhas finas, no formato maior um pouco que o A5, exatamente como eu estava há três linhas.

18 novembro 2008

Processos

Sim, eu acredito que a cada dia temos novos aprendizados, adquirimos novas experiências e, por que não, mudamos um pouquinho.

Também concordo que nada acontece por acaso, nem de repente. Tudo, ou quase tudo, são processos. Uns mais longos que outros. De uns conseguimos perceber o início. De outros, não. Alguns a gente quer que comecem e agimos para isso, tentando sempre mantê-los até um certo "auge".

Outros simplesmente acontecem, não percebemos nem controlamos. Quando nos damos conta, já chegaram num nível do qual é difícil conseguir reverter.

Talvez o se apaixonar - ou deixar de estar apaixonado - seja assim. Vemos aos poucos qualidades de que gostamos em alguém, características que nos atraem. Para uma amizade ou para o sentimento irresistível de querer ficar com essa pessoa.

Da mesma forma, às vezes encontramos em uma pessoa tantas qualidades que nos fazem ficar com medo de machucá-la por um motivo qualquer. E aí passamos a procurar os defeitos. Alguns que realmente nos incomodam, mas que não suplantariam as qualidades se nós não o quiséssemos.

Mas nem sempre percebemos que dois processos assim podem estar acontecendo simultaneamente. Simplesmente não notamos, e deixamos correr solto.

Se é/foi esse processo ou não, não sei. Como eu disse, às vezes só o percebemos depois que já chegou ao final.

17 novembro 2008

Right or wrong, it's done (it should be like this for now)

Foram praticamente dois meses e meio em dúvida, pensando no que fazer, o que decidir. Agora foi. Está feito. Certeza de que deveria ter sido assim? Não a tenho. Mas, como me sugeriu um grande amigo, eu precisava ter claro o que eu queria arriscar.

Arrisquei. E agora? Estamos cada um no seu canto, pro seu lado, com sua própria dor e seu próprio amor.

Duas coisas precisam ficar bem claras. Aliás, três. Uma, que fui sincera em cada momento dos últimos três anos, dois meses e dez dias. Se disse que amava, era porque assim sentia. Se disse que estava em dúvida, foi uma coragem de assumir a incerteza. Se disse que não dava mais, é porque senti que estava nos fazendo mal.

A segunda: fui fiel do início ao fim. Sempre. De corpo, alma e consciência, com certeza. Não importa o que pensem ou digam, quanto a isso, estou tranquila. Fiz o que achava que era o certo, sempre.

Por fim, não fiz isso por nenhum outro alguém que não nós dois. Eu e você, somente. Mas e aque... não vamos misturar as coisas. Tive medo de ser influenciada, sim, confesso. Mas, outra vez digo, fiz o que achei que devia.

Não te enrolei, não te usei e sei que a recíproca é verdadeira. Não espero uma amizade como tínhamos antes logo agora. Dói, eu sei. Pra mim também. E custa um pouco a passar. Mas tenhamos calma, que as coisas se ajeitam e, sempre para o nosso bem, tem um Deus, um Pai lá em cima que nos cuida, nos olha, nos guia, nos protege e ilumina.

Muito te amei e ainda te amo. Só mudou a forma.

15 novembro 2008

Eu sabia que era sonho

Um sonho legal, estranho e com muita gente hoje, naquele finzinho de sono. A começar por mamãe que, sim, estava feliz com Winston, apesar de ele, sabe-se lá o porquê, ter de aplicar nela as injeções de um coquetel anti-retroviral. Também vovó, esta muito bem de saúde, hospedade no meu quarto, só que no da casa do Poço - não me pergunte por que estávamos lá de volta.

Nas últimas cenas, ou melhor, takes, uma grande mesa de almoço, num restaurante bem simples, mas bem arrumadinho.

O Bráulio sentado na bancada do dono do estabelecimento, dizia para a Anahi esperar a gente se servir para só então eles fazerem o mesmo. Ely e Gabi sentava ao meu lado. Felipinho, "para me proteger", não sei de quê ou de quem, estava ao meu lado direito. Na frente, um pouco deslocados para a direita, Carol e Gugu, Dani e Anderson (o casal, não os irmãos).

No restaurante, conosco, também estava a Mari Jungmann que, saindo dali, eu levaria para a praia do Francês, "para você saber por que eu não faço questão de ir para Porto de Galinhas".

O restaurante e a comida estavam em tons de bege. Eu tentei achar a salada, mas não consegui, acabei ficando com a batata e a macaxeira, e mais alguns tubérculo. Em um canto, uma mesa que parecia ter sido posta na noite anterior, para a montagem de crepes de chocolate com banana e morangos.

Também uma outra bancada, cheia de doce caseiro de banana.

Eu estava me dirigindo para a mesa principal, com a comida quente, e ainda na esperança de encontrar ao menos uma folhinha de alface e um tomate, para colorir meu prato e meu sonho. Antes disso, eu acordei.

Pra que serve um amigo?

Recebi de uma amiga querida, a Lu. Vale tudo isso pra ela, claro, e pra mais alguns queridos que eu amo e sabem muito bem disso.

Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra?

Todas as alternativas estão corretas,
porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar.

Vai além: diz que toda amizade
é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.

Verdade verdadeira.


Amigos recentes custam a perceber essa aliança,
não valorizam ainda o que está sendo contraído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.

Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura um confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim ninguém tem.
Se tiver um, amém !

20 outubro 2008

De novo?!

Diz-se que a mídia - não necessariamente ou somente a parte jornalística dela - fala daquilo que o povo quer ouvir (ou ver, ler...). Tenho minhas ressalvas. Reforçadas ainda mais quando somos bombardeados pelo caso da jovem Eloá, sequestrada e morta pelo ex-namorado, sete anos mais velho, em Santo André (SP). Eu nao agüento mais ver isso, por exemplo. As pessoas mais próximas de mim, também não. Alguém sabe como está a Bolsa de Valores? E o dólar?

Não tem como não questionar a validade de uma cobertura tão extensa de um caso que não é único, mas tão somente um do qual se falou, como muitos outros que com certeza acontecem Brasil afora, sem serem sequer notados. É mais um na linha Isabela - aquela que foi (pelo o que se acredita até agora) jogada pela janela do apartamento pelo próprio pai, depois de ser agredida pela madrasta.

Não venham me dizer que a crueldade dos dois casos - capazes de levantar inúmeras discussões seja acerca do trabalho da polícia em situações de sequestro, seja do comportamento dos jovens na sociedade contemporânea, seja sobre o que for - é motivo bastante para justificar uma edição de um Jornal Hoje, para citar só um exemplo, praticamente inteiro - isso mesmo, inteiro (hoje assisti ao programa todo) - sobre o caso da Eloá.

Além disso, somente outras duas mortes. A de uma menina de 16 anos que, suspeita-se, foi morta pelo ex-namorado de 22 anos (macabra coincidência), e a do dono de uma das maiores redes de supermercado do Rio de Janeiro.

Isso depois de um Fantástico recheado de Eloá, seguido por um Mais Você montado com o mesmo conteúdo "jornalístico".

Na época da Isabela Nardoni, me perguntei por que não noticiaram da mesma forma o seqüestro e a morte - igualmente brutais - da Isabela Tainara, aqui de Brasília. Depois do caso Eloá, me lembro também de um caso lá em Maceió, acontecido há anos e que também não virou notícia em cadeia nacional.

Foi o caso do marido da diretora da escola em que eu estudei, o Paulinho. Ele era professor, lecionava na rede municipal de uma cidade do interior das Alagoas, não me recordo agora o nome. Certo dia ele foi achado morto, dentro do seu carro, em uma estrada sem asfalto. Salvo engano, estava amarrado. Mas o que chocou foi o fato de ter sido queimado vivo.

Isso porque "ameaçava" o prefeito porque sabia e denunciava atividades corruptas na administração da merenda escolar. Um crime tão cruel quanto os dois que tomaram a mídia este ano, mas que não chegou a passar os limites da Gazeta de Alagoas, no máximo, TV Pajuçara, na época, afiliada do SBT.

Será que esses crimes chocam mais hoje? Ou é porque envolvem crianças? Talvez seja - é a visão que me parece mais plausível - porque a mídia está mais ávida por audiência, e tragédia sempre dá audiência. Povo masoquista, que gosta de ver a dor dos outros.

Acho que é a hora de olharmos para as tragédias do dia-a-dia. Quem sabe esteja na hora de prestarmos mais atenção nas nossas ruas, cheias de crianças abandonadas, que (só Deus sabe) talvez até sonhem com o dia em que serão levadas desta vida, para parar de sofrer. Isso, sim, é tragédia.

19 outubro 2008

Accidentally In Love

Mais uma para a minha série de letras legais que não me saem da cabeça.

So she said what's the problem baby
What's the problem I don't know
Well maybe I'm in love (love)
Think about it every time
I think about it
Can't stop thinking 'bout it

How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can't ignore it if it's love (love)
Makes me wanna turn around and face me but I don't know nothing 'bout love

Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world will follow after
Come on, come on
Cause everybody's after love

So I said I'm a snowball running
Running down into the spring that's coming all this love
Melting under blue skies
Belting out sunlight
Shimmering love

Well baby I surrender
To the strawberry ice cream
Never ever end of all this love
Well I didn't mean to do it
But there's no escaping your love

These lines of lightning
Mean we're never alone,
Never alone, no, no

Come on, Come on
Move a little closer
Come on, Come on
I want to hear you whisper
Come on, Come on
Settle down inside my love

Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come on
If you feel a little lighter
Come on, come on
We were once
Upon a time in love

We're accidentally in love
Accidentally in love [x7]

Accidentally

I'm In Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
I'm in Love, I'm in Love,
Accidentally [x2]

Come on, come on
Spin a little tighter
Come on, come on
And the world's a little brighter
Come on, come on
Just get yourself inside her

Love ...I'm in love


18 outubro 2008

"Suddenly I See"

Her face is a map of the world
Is a map of the world
You can see she's a beautiful girl
She's a beautiful girl
And everything around her is a silver pool of light
The people who surround her feel the benefit of it
It makes you calm
She holds you captivated in her palm

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me

I feel like walking the world
Like walking the world
You can hear she's a beautiful girl
She's a beautiful girl
She fills up every corner like she's born in black and white
Makes you feel warmer when you're trying to remember
What you heard
She likes to leave you hanging on her word

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me

And she's taller than most
And she's looking at me
I can see her eyes looking from a page in a magazine
Oh she makes me feel like I could be a tower
A big strong tower
She got the power to be
The power to give
The power to see

Suddenly I see (Suddenly I see)
This is what I wanna be
Suddenly I see (Suddenly I see)
Why the hell it means so much to me