Dizem que todos querem um trânsito mais seguro, com mais respeito, menos acidentes, menos estresse. Querem mesmo?
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22 novembro 2011
Como?
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Ana Luiza Zenker
às
10:42 AM
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04 novembro 2011
É pra desabafar, ok?
Sério mesmo, cansei. To quase pra parar de ler notícia sobre política. E se eu me especializasse em cultura? Ou esporte? Turismo! Isso! Viver viajando e largar mão de me irritar com os radicais que resolveram tomar conta dos espaços disponíveis e com alcance minimamente considerável.
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Ana Luiza Zenker
às
7:06 PM
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29 abril 2011
Eixão a 60km/h, não, né?!
Eu sei que as passagens subterrâneas são sujas, mal-cuidadas e inseguras. Sei também que falta educação a muitos motoristas que não conseguem respeitar limite de velocidade e acham a coisa mais correta do mundo ficar acossando o carro da frente para andar mais rápido ou ficar "costurando" o trânsito todo porque estão com pressa. Concordo ainda que é necessário fazer alguma coisa para evitar acidentes sempre trágicos como os que acontecem constantemente no Eixo Rodoviário de Brasília, o Eixão.
09 fevereiro 2011
Conforto pelos ares
A Folha deu hoje que, pela primeira vez desde 2003, quando assumiu a Presidência da República, Lula embarcou num vôo comercial, para ir até Brasília. Desde então, ele só tinha viajado em jatos alugados pelo comitê de campanha eleitoral, em aviões da Força Aérea, no AeroLula (que substituiu o Sucatão dos anos FHC) e num jato particular emprestado pelo ex-vice-presidente José Alencar.
08 fevereiro 2011
Internet Segura
8 de fevereiro é o Dia Mundial da Internet Segura. Em vários cantos do planeta, pessoas e organizações trabalham para promover o uso seguro da internet. Hummm... e daí? Daí que o tema deste ano é "Estar online é mais que um jogo. É sua vida." Dramático? Nem tanto. Realista, eu diria.
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Ana Luiza Zenker
às
6:05 PM
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22 julho 2010
Tudo novo, de novo
Não tive essa sensação quando saí da 313 norte. Nem quando saí do bloco A para o Q, ambos na 407, também norte. O sentimento quando da saída do bloco Q para o bloco A da 106 o sentimento foi de que algo novo estava acontecendo. E também a saudade que Darlene deixava. Era um sentimento que completava tudo o que me aconteceu em 2009. Namorado novo, emprego novo, carro novo... casa nova! (sim, exatamente nessa ordem)
Agora, que está chegando a hora de deixar a 106 norte, parece diferente, apesar de o processo ser sempre o mesmo: procura nos classificados, na WImóveis, vai visitar uma penca de apartamentos em tudo que é canto, apresenta documentação para cadastro, espera o resultado e prepara a mudança.
Agora, que está chegando a hora de deixar a 106 norte, parece diferente, apesar de o processo ser sempre o mesmo: procura nos classificados, na WImóveis, vai visitar uma penca de apartamentos em tudo que é canto, apresenta documentação para cadastro, espera o resultado e prepara a mudança.
15 maio 2009
Entrando em off por um tempo...
Sabe aqueles dias em que a gente acorda sem querer acordar? O primeiro plano, o despertador já fez questão de cancelar. Também, quem mandou largar ele debaixo da coberta? Óbvio que sequer ouvi. O segundo plano... bom, este o despertador ajudou a deixar para trás, mas não por vontade dele. Por enrolação minha, mesmo.
O terceiro plano do dia quem impediu foi o tempo (no sentido de clima). Sete da matina: cadê o sol? Durmo um pouco mais. Oito da manhã: ele ainda não apareceu? Só mais uns minutinhos. Perco a minha massagem. O sol continua não aparecendo. Volto ao primeiro ponto da programação do dia: academia. Seguida de almoço, banho, trabalho.
Mas o que eu queria, mesmo, era continuar dormindo. O dia todo. O final de semana todo. Por uma semana. Ficar horas seguidas deitada na cama. Quiçá assistindo a algum programa idiota na TV, enrolada na coberta, tomando um chá, comendo um chocolate, ou uma pipoca. Tudo isso enquanto o sol insiste em não aparecer.
Alguém tem uma sugestão para me tirar de casa? Trabalho não vale. Aliás... é nesses dias que eu mais preciso de trabalho. Não por ele, não levantaria um músculo sequer da cama para qualquer outra coisa que não andar pela casa para suprir algumas necessidades fisiológicas, como comer.
Tem algum filme bom no cinema? Ou alguma loja em promoção, talvez? Hum... eu não tenho muitas ideias. Não agora, pelo menos. E você, tem alguma sugestão?
O terceiro plano do dia quem impediu foi o tempo (no sentido de clima). Sete da matina: cadê o sol? Durmo um pouco mais. Oito da manhã: ele ainda não apareceu? Só mais uns minutinhos. Perco a minha massagem. O sol continua não aparecendo. Volto ao primeiro ponto da programação do dia: academia. Seguida de almoço, banho, trabalho.
Mas o que eu queria, mesmo, era continuar dormindo. O dia todo. O final de semana todo. Por uma semana. Ficar horas seguidas deitada na cama. Quiçá assistindo a algum programa idiota na TV, enrolada na coberta, tomando um chá, comendo um chocolate, ou uma pipoca. Tudo isso enquanto o sol insiste em não aparecer.
Alguém tem uma sugestão para me tirar de casa? Trabalho não vale. Aliás... é nesses dias que eu mais preciso de trabalho. Não por ele, não levantaria um músculo sequer da cama para qualquer outra coisa que não andar pela casa para suprir algumas necessidades fisiológicas, como comer.
Tem algum filme bom no cinema? Ou alguma loja em promoção, talvez? Hum... eu não tenho muitas ideias. Não agora, pelo menos. E você, tem alguma sugestão?
16 janeiro 2009
Sono
Já passei (e ainda passo) pela vontade incontrolável de escrever. Ou melhor, necessidade. Já passei da fase de ir dormir e acordar cedíssimo. Saudades desse período. Agora, dorme, que o mal é sono. Sono causado pela insônia.
Não é necessário explicar muito. A insônia à noite, claro, que faz ir dormir somente depois da meia-noite, uma da manhã. E não é lendo a série de crepúsculo. Pode ser por vários motivos. Internet, arrumação de mala, sessão salão de beleza caseiro.
Só que aí, pela manhã, se passam situações absurdas. Sim, absurdas, às vezes. Tudo começa com “sonecas” conscientes durante 30 minutos, uma hora, dependendo da disponibilidade. Depois passa, dependendo do dia, para simplesmente não ouvir o despertador tocar.
Agora, não imaginava poder chegar ao estágio de fazer as duas coisas ao mesmo tempo: não ouvir o despertador (no caso, o celular), mas mesmo assim apertar seguidamente o soneca por duas horas e, mais que isso, levantar, pegar o bendito na prateleira, desligá-lo, levá-lo junto de volta para a cama e não lembrar de absolutamente nada disso. Nada.
Sorte de quem não mora sozinho e tem alguém que pode chegar no quarto e dizer: já são quinze pras nove, você não tem que trabalhar às nove? PQP!!!
Não é necessário explicar muito. A insônia à noite, claro, que faz ir dormir somente depois da meia-noite, uma da manhã. E não é lendo a série de crepúsculo. Pode ser por vários motivos. Internet, arrumação de mala, sessão salão de beleza caseiro.
Só que aí, pela manhã, se passam situações absurdas. Sim, absurdas, às vezes. Tudo começa com “sonecas” conscientes durante 30 minutos, uma hora, dependendo da disponibilidade. Depois passa, dependendo do dia, para simplesmente não ouvir o despertador tocar.
Agora, não imaginava poder chegar ao estágio de fazer as duas coisas ao mesmo tempo: não ouvir o despertador (no caso, o celular), mas mesmo assim apertar seguidamente o soneca por duas horas e, mais que isso, levantar, pegar o bendito na prateleira, desligá-lo, levá-lo junto de volta para a cama e não lembrar de absolutamente nada disso. Nada.
Sorte de quem não mora sozinho e tem alguém que pode chegar no quarto e dizer: já são quinze pras nove, você não tem que trabalhar às nove? PQP!!!
18 novembro 2008
Processos
Sim, eu acredito que a cada dia temos novos aprendizados, adquirimos novas experiências e, por que não, mudamos um pouquinho.
Também concordo que nada acontece por acaso, nem de repente. Tudo, ou quase tudo, são processos. Uns mais longos que outros. De uns conseguimos perceber o início. De outros, não. Alguns a gente quer que comecem e agimos para isso, tentando sempre mantê-los até um certo "auge".
Outros simplesmente acontecem, não percebemos nem controlamos. Quando nos damos conta, já chegaram num nível do qual é difícil conseguir reverter.
Talvez o se apaixonar - ou deixar de estar apaixonado - seja assim. Vemos aos poucos qualidades de que gostamos em alguém, características que nos atraem. Para uma amizade ou para o sentimento irresistível de querer ficar com essa pessoa.
Da mesma forma, às vezes encontramos em uma pessoa tantas qualidades que nos fazem ficar com medo de machucá-la por um motivo qualquer. E aí passamos a procurar os defeitos. Alguns que realmente nos incomodam, mas que não suplantariam as qualidades se nós não o quiséssemos.
Mas nem sempre percebemos que dois processos assim podem estar acontecendo simultaneamente. Simplesmente não notamos, e deixamos correr solto.
Se é/foi esse processo ou não, não sei. Como eu disse, às vezes só o percebemos depois que já chegou ao final.
Também concordo que nada acontece por acaso, nem de repente. Tudo, ou quase tudo, são processos. Uns mais longos que outros. De uns conseguimos perceber o início. De outros, não. Alguns a gente quer que comecem e agimos para isso, tentando sempre mantê-los até um certo "auge".
Outros simplesmente acontecem, não percebemos nem controlamos. Quando nos damos conta, já chegaram num nível do qual é difícil conseguir reverter.
Talvez o se apaixonar - ou deixar de estar apaixonado - seja assim. Vemos aos poucos qualidades de que gostamos em alguém, características que nos atraem. Para uma amizade ou para o sentimento irresistível de querer ficar com essa pessoa.
Da mesma forma, às vezes encontramos em uma pessoa tantas qualidades que nos fazem ficar com medo de machucá-la por um motivo qualquer. E aí passamos a procurar os defeitos. Alguns que realmente nos incomodam, mas que não suplantariam as qualidades se nós não o quiséssemos.
Mas nem sempre percebemos que dois processos assim podem estar acontecendo simultaneamente. Simplesmente não notamos, e deixamos correr solto.
Se é/foi esse processo ou não, não sei. Como eu disse, às vezes só o percebemos depois que já chegou ao final.
14 novembro 2008
Deu no Globo - carinho é tudo de bom, mesmo!
Se eu acredito 100% ou não, ainda não sei. Mas não há como negar que, realmente, receber carinho é bom demais. Um estudo alemão, noticiado pelo O Globo, digamos, comprovou os efeitos benéficos que receber carinho tem sobre as mulheres, especialmente na redução dos níveis de estresse.
Não é à tôa que mulheres com relacionamentos estáveis e duradouros, diz o estudo, têm uma saúde melhor do que aquelas que estão solteiras. Eu diria que tudo deve ser relativizado, sem tirar o mérito dos estudiosos.
Pra quem quiser conferir a matéria na íntegra, taí o link.
Não é à tôa que mulheres com relacionamentos estáveis e duradouros, diz o estudo, têm uma saúde melhor do que aquelas que estão solteiras. Eu diria que tudo deve ser relativizado, sem tirar o mérito dos estudiosos.
Pra quem quiser conferir a matéria na íntegra, taí o link.
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Ana Luiza Zenker
às
12:29 PM
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saiu nos jornais,
sociedade
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20 outubro 2008
De novo?!
Diz-se que a mídia - não necessariamente ou somente a parte jornalística dela - fala daquilo que o povo quer ouvir (ou ver, ler...). Tenho minhas ressalvas. Reforçadas ainda mais quando somos bombardeados pelo caso da jovem Eloá, sequestrada e morta pelo ex-namorado, sete anos mais velho, em Santo André (SP). Eu nao agüento mais ver isso, por exemplo. As pessoas mais próximas de mim, também não. Alguém sabe como está a Bolsa de Valores? E o dólar?
Não tem como não questionar a validade de uma cobertura tão extensa de um caso que não é único, mas tão somente um do qual se falou, como muitos outros que com certeza acontecem Brasil afora, sem serem sequer notados. É mais um na linha Isabela - aquela que foi (pelo o que se acredita até agora) jogada pela janela do apartamento pelo próprio pai, depois de ser agredida pela madrasta.
Não venham me dizer que a crueldade dos dois casos - capazes de levantar inúmeras discussões seja acerca do trabalho da polícia em situações de sequestro, seja do comportamento dos jovens na sociedade contemporânea, seja sobre o que for - é motivo bastante para justificar uma edição de um Jornal Hoje, para citar só um exemplo, praticamente inteiro - isso mesmo, inteiro (hoje assisti ao programa todo) - sobre o caso da Eloá.
Além disso, somente outras duas mortes. A de uma menina de 16 anos que, suspeita-se, foi morta pelo ex-namorado de 22 anos (macabra coincidência), e a do dono de uma das maiores redes de supermercado do Rio de Janeiro.
Isso depois de um Fantástico recheado de Eloá, seguido por um Mais Você montado com o mesmo conteúdo "jornalístico".
Na época da Isabela Nardoni, me perguntei por que não noticiaram da mesma forma o seqüestro e a morte - igualmente brutais - da Isabela Tainara, aqui de Brasília. Depois do caso Eloá, me lembro também de um caso lá em Maceió, acontecido há anos e que também não virou notícia em cadeia nacional.
Foi o caso do marido da diretora da escola em que eu estudei, o Paulinho. Ele era professor, lecionava na rede municipal de uma cidade do interior das Alagoas, não me recordo agora o nome. Certo dia ele foi achado morto, dentro do seu carro, em uma estrada sem asfalto. Salvo engano, estava amarrado. Mas o que chocou foi o fato de ter sido queimado vivo.
Isso porque "ameaçava" o prefeito porque sabia e denunciava atividades corruptas na administração da merenda escolar. Um crime tão cruel quanto os dois que tomaram a mídia este ano, mas que não chegou a passar os limites da Gazeta de Alagoas, no máximo, TV Pajuçara, na época, afiliada do SBT.
Será que esses crimes chocam mais hoje? Ou é porque envolvem crianças? Talvez seja - é a visão que me parece mais plausível - porque a mídia está mais ávida por audiência, e tragédia sempre dá audiência. Povo masoquista, que gosta de ver a dor dos outros.
Acho que é a hora de olharmos para as tragédias do dia-a-dia. Quem sabe esteja na hora de prestarmos mais atenção nas nossas ruas, cheias de crianças abandonadas, que (só Deus sabe) talvez até sonhem com o dia em que serão levadas desta vida, para parar de sofrer. Isso, sim, é tragédia.
Não tem como não questionar a validade de uma cobertura tão extensa de um caso que não é único, mas tão somente um do qual se falou, como muitos outros que com certeza acontecem Brasil afora, sem serem sequer notados. É mais um na linha Isabela - aquela que foi (pelo o que se acredita até agora) jogada pela janela do apartamento pelo próprio pai, depois de ser agredida pela madrasta.
Não venham me dizer que a crueldade dos dois casos - capazes de levantar inúmeras discussões seja acerca do trabalho da polícia em situações de sequestro, seja do comportamento dos jovens na sociedade contemporânea, seja sobre o que for - é motivo bastante para justificar uma edição de um Jornal Hoje, para citar só um exemplo, praticamente inteiro - isso mesmo, inteiro (hoje assisti ao programa todo) - sobre o caso da Eloá.
Além disso, somente outras duas mortes. A de uma menina de 16 anos que, suspeita-se, foi morta pelo ex-namorado de 22 anos (macabra coincidência), e a do dono de uma das maiores redes de supermercado do Rio de Janeiro.
Isso depois de um Fantástico recheado de Eloá, seguido por um Mais Você montado com o mesmo conteúdo "jornalístico".
Na época da Isabela Nardoni, me perguntei por que não noticiaram da mesma forma o seqüestro e a morte - igualmente brutais - da Isabela Tainara, aqui de Brasília. Depois do caso Eloá, me lembro também de um caso lá em Maceió, acontecido há anos e que também não virou notícia em cadeia nacional.
Foi o caso do marido da diretora da escola em que eu estudei, o Paulinho. Ele era professor, lecionava na rede municipal de uma cidade do interior das Alagoas, não me recordo agora o nome. Certo dia ele foi achado morto, dentro do seu carro, em uma estrada sem asfalto. Salvo engano, estava amarrado. Mas o que chocou foi o fato de ter sido queimado vivo.
Isso porque "ameaçava" o prefeito porque sabia e denunciava atividades corruptas na administração da merenda escolar. Um crime tão cruel quanto os dois que tomaram a mídia este ano, mas que não chegou a passar os limites da Gazeta de Alagoas, no máximo, TV Pajuçara, na época, afiliada do SBT.
Será que esses crimes chocam mais hoje? Ou é porque envolvem crianças? Talvez seja - é a visão que me parece mais plausível - porque a mídia está mais ávida por audiência, e tragédia sempre dá audiência. Povo masoquista, que gosta de ver a dor dos outros.
Acho que é a hora de olharmos para as tragédias do dia-a-dia. Quem sabe esteja na hora de prestarmos mais atenção nas nossas ruas, cheias de crianças abandonadas, que (só Deus sabe) talvez até sonhem com o dia em que serão levadas desta vida, para parar de sofrer. Isso, sim, é tragédia.
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Ana Luiza Zenker
às
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11 agosto 2008
Projetos, caminhos e afins
Em geral, quando optamos por participar de um projeto, é porque acreditamos nele. Confiamos na forma como está sendo conduzido, ainda que reconheçamos e aceitemos o fato de que ainda há falhas. Quiçá, muitas falhas.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
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Ana Luiza Zenker
às
7:50 PM
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25 novembro 2007
E agora, José?
Uma semana para enfim entregar o meu Projeto Final em Jornalismo. Bom, tecnicamente, eu já sou jornalista graduada. Para o título de bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo só falta assinar uma ata. Nada muito complicado. Esta semana deve estar pronto. Para poder dizer que sou uma jornalista profissional também falta pouco. Basta que saia o registro profissional da Delegacia Regional do Trabalho. Sindicalizar? Por enquanto não.
E daí? Bom, por enquanto, não sei. Quer dizer, sei que ainda tenho que apresentar o meu Projeto Final, que tenho uma prova de Políticas de Comunicação e uma prova de Língua Alemã 2. Sim, formada por enquanto só no papel, para poder assumir a vaga de repórter que consegui "reservar" no concurso realizado pela Radiobrás no ano passado.
Sabe quando bate aquele "fui convocada, e agora?". É bem por aí. Em mente o fato de que esta é uma oportunidade de buscar fazer um jornalismo público, numa empresa que ainda é estatal, mas que tem como meta o jornalismo público. Paradoxos da vida em sociedade.
Vamos tentar, junto com as outras centenas de repórteres da empresa. Vamos continuar tentando, assim como já fazia na Agência Brasil, "casa-escola" que me acolheu durante quase oito meses e que me receberá de volta em menos de um mês.
E daí? Bom, por enquanto, não sei. Quer dizer, sei que ainda tenho que apresentar o meu Projeto Final, que tenho uma prova de Políticas de Comunicação e uma prova de Língua Alemã 2. Sim, formada por enquanto só no papel, para poder assumir a vaga de repórter que consegui "reservar" no concurso realizado pela Radiobrás no ano passado.
Sabe quando bate aquele "fui convocada, e agora?". É bem por aí. Em mente o fato de que esta é uma oportunidade de buscar fazer um jornalismo público, numa empresa que ainda é estatal, mas que tem como meta o jornalismo público. Paradoxos da vida em sociedade.
Vamos tentar, junto com as outras centenas de repórteres da empresa. Vamos continuar tentando, assim como já fazia na Agência Brasil, "casa-escola" que me acolheu durante quase oito meses e que me receberá de volta em menos de um mês.
23 outubro 2007
Será?
Pesquisa mostra que 37% trabalham 'de corpo e alma' no Brasil
Bela manchete a d'O Globo Online agora, às 11h15 de terça-feira. Mas... não soa estranho esse "índice alto" logo no Brasil? Para mim soa um pouco, sim.Não tenho dados, mas pelo que vejo, ouço, leio, não vivemos num país onde as pessoas de fato trabalham naquilo que escolheram por afinidade. Trabalham no que aparece, no emprego que o mercado disponibiliza. Ou seja, trabalham simplesmente para sobreviver.
De fato, se perdemos para o México no percentual de pessoas que se entregam 100% ao trabalho e ganhamos de alguns países asiáticos, isso também não quer dizer que a nossa "massa proletária" - esteja ela no setor que for - seja menos feliz que a mexicana e mais feliz que a asiática.
Enfim, por que comentar isso? Porque eu estou me formando, e comigo mais algumas centenas, quiçá milhares de pessoas, que, sim, um dia sonharam em poder desenvolver todos os conhecimentos adquiridos na faculdade em um emprego que dê prazer, vontade de a cada novo dia acordar e ir trabalhar, motivação para crescermos cada vez mais no conhecimento e na carreira.
É para isso que estudamos. Infelizmente, apesar dos 37% da pesquisa, nem sempre é isso o que temos.
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