Era pra ter escrito ontem, mas nem rolou, então escrevo hoje. É que me bateu uma saudaaaaade de ser repórter! E estava comentando isso com um colega aqui da TV, também editor.
Não, não posso reclamar do meu ofício atual, gosto sim de ser editora! Mas tem coisas que só a o trabalho de reportagem te proporciona. Sentimentos que podem sim aparecer no dia-a-dia, mas que, pelo menos pra mim, são muito mais comuns em reportagens "especiais", por assim dizer.
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24 maio 2011
Saudoso ofício...
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Ana Luiza Zenker
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11 agosto 2008
Projetos, caminhos e afins
Em geral, quando optamos por participar de um projeto, é porque acreditamos nele. Confiamos na forma como está sendo conduzido, ainda que reconheçamos e aceitemos o fato de que ainda há falhas. Quiçá, muitas falhas.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
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Ana Luiza Zenker
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7:50 PM
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