Dizem que todos querem um trânsito mais seguro, com mais respeito, menos acidentes, menos estresse. Querem mesmo?
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22 novembro 2011
Como?
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Ana Luiza Zenker
às
10:42 AM
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04 novembro 2011
É pra desabafar, ok?
Sério mesmo, cansei. To quase pra parar de ler notícia sobre política. E se eu me especializasse em cultura? Ou esporte? Turismo! Isso! Viver viajando e largar mão de me irritar com os radicais que resolveram tomar conta dos espaços disponíveis e com alcance minimamente considerável.
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Ana Luiza Zenker
às
7:06 PM
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29 abril 2011
Eixão a 60km/h, não, né?!
Eu sei que as passagens subterrâneas são sujas, mal-cuidadas e inseguras. Sei também que falta educação a muitos motoristas que não conseguem respeitar limite de velocidade e acham a coisa mais correta do mundo ficar acossando o carro da frente para andar mais rápido ou ficar "costurando" o trânsito todo porque estão com pressa. Concordo ainda que é necessário fazer alguma coisa para evitar acidentes sempre trágicos como os que acontecem constantemente no Eixo Rodoviário de Brasília, o Eixão.
22 março 2011
Dr. House também escreve...
... e muito bem! Ainda não terminei de ler, mas já posso dizer que Hugh Laurie é competente não só na hora de dar vida ao médico-personagem-principal do seriado House na TV. Quando o desafio é dar vida ao ex-militar Thomas Lang, no seu romance de estreia "O Vendedor de Armas", Laurie é igualmente muito bom.
17 março 2011
Tudo do que eu não precisava agora
Eu sei que ainda (ou já, depende do ponto de vista, ficarei com o “ainda”) faltam 11 meses para o casamento, por isso, ainda não tenho justificativa para ficar agoniada, achando que está tudo atrasado, porque não está. Pelo contrário, está tudo dentro do cronograma que nós tínhamos estabelecido. Mas ainda assim me sinto em pleno direito de reclamar, de dizer que não, eu não merecia receber um pedido para devolver o apartamento alugado a seis meses de recebermos o nosso e nos casarmos. Pois é, foi isso o que me aconteceu ontem.
08 fevereiro 2011
Internet Segura
8 de fevereiro é o Dia Mundial da Internet Segura. Em vários cantos do planeta, pessoas e organizações trabalham para promover o uso seguro da internet. Hummm... e daí? Daí que o tema deste ano é "Estar online é mais que um jogo. É sua vida." Dramático? Nem tanto. Realista, eu diria.
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Ana Luiza Zenker
às
6:05 PM
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11 agosto 2008
Projetos, caminhos e afins
Em geral, quando optamos por participar de um projeto, é porque acreditamos nele. Confiamos na forma como está sendo conduzido, ainda que reconheçamos e aceitemos o fato de que ainda há falhas. Quiçá, muitas falhas.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
No entanto, apesar de todos os defeitos, percebemos que o caminho, a linha-mestra, está, na essência, no rumo certo. E há pessoas, em todos os níveis da administração dessa idéia, trabalhando para acertar mais.
Só que às vezes, é preciso mudar algumas peças no time. Os novos atores, em geral, vêm para acrescentar novas conquistas, azeitar algumas juntas que estavam rangendo e corrigir alguns defeitos decorrentes do mau uso da engrenagem.
O problema é quando a linha-mestra, que estava no sentido certo, vai aos poucos sendo relativizada e desviada. Ou ao menos corre o risco de o ser.
Aos que ficaram, a primeira opção é tentar recolocar o trem na linha, ainda que sejam necessários certos desgastes no aparar das arestas. Mas pode chegar uma hora em que já não dá mais.
E aí, como saber se esse momento chegou? Para os mais experientes pode ser fácil. Pode ser simples, inclusive, achar que é melhor não fazer nada, simplesmente esperar a "hora certa" passar. Sugiro, e peço para mim mesma, paciência.
"Deus me dê paciência para aceitar aquilo que não posso mudar; coragem para mudar o que posso; e sabedoria para enxergar a diferença", eu li em algum lugar. O pedido continua no ar. A resposta com certeza vem.
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Ana Luiza Zenker
às
7:50 PM
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23 outubro 2007
Será?
Pesquisa mostra que 37% trabalham 'de corpo e alma' no Brasil
Bela manchete a d'O Globo Online agora, às 11h15 de terça-feira. Mas... não soa estranho esse "índice alto" logo no Brasil? Para mim soa um pouco, sim.Não tenho dados, mas pelo que vejo, ouço, leio, não vivemos num país onde as pessoas de fato trabalham naquilo que escolheram por afinidade. Trabalham no que aparece, no emprego que o mercado disponibiliza. Ou seja, trabalham simplesmente para sobreviver.
De fato, se perdemos para o México no percentual de pessoas que se entregam 100% ao trabalho e ganhamos de alguns países asiáticos, isso também não quer dizer que a nossa "massa proletária" - esteja ela no setor que for - seja menos feliz que a mexicana e mais feliz que a asiática.
Enfim, por que comentar isso? Porque eu estou me formando, e comigo mais algumas centenas, quiçá milhares de pessoas, que, sim, um dia sonharam em poder desenvolver todos os conhecimentos adquiridos na faculdade em um emprego que dê prazer, vontade de a cada novo dia acordar e ir trabalhar, motivação para crescermos cada vez mais no conhecimento e na carreira.
É para isso que estudamos. Infelizmente, apesar dos 37% da pesquisa, nem sempre é isso o que temos.
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