Ops, quase sumi de novo. Explico-me: Projeto Final em Jornalismo. Somado a Políticas de Comunicação e Alemão 2.
Esse alívio de estar próxima à formatura também me toma um tempo ligeiramente grande. Quando a isso eu somo Políticas, Alemão e o Espanhol (feito em escola de línguas, não na UnB), creio que não preciso de mais explicações.
Sobre as minhas reflexões malucas, muitas vezes sem sentido, elas continuam por aí, vez em quando tenho tempo de alimentá-las. Mas não de escrevê-las.
Por agora, deixo apenas a minha gratidão a Deus por ter preservado a saúde do Thiago, nosso querido irmão em Cristo e no coração, e a minha também, já que ainda não pirei. O mais grave que eu tive foi alguma inflamação na garganta que me rendeu um pouco de tosse e estado febril durante um dia da semana passada.
08 novembro 2007
23 outubro 2007
Será?
Pesquisa mostra que 37% trabalham 'de corpo e alma' no Brasil
Bela manchete a d'O Globo Online agora, às 11h15 de terça-feira. Mas... não soa estranho esse "índice alto" logo no Brasil? Para mim soa um pouco, sim.Não tenho dados, mas pelo que vejo, ouço, leio, não vivemos num país onde as pessoas de fato trabalham naquilo que escolheram por afinidade. Trabalham no que aparece, no emprego que o mercado disponibiliza. Ou seja, trabalham simplesmente para sobreviver.
De fato, se perdemos para o México no percentual de pessoas que se entregam 100% ao trabalho e ganhamos de alguns países asiáticos, isso também não quer dizer que a nossa "massa proletária" - esteja ela no setor que for - seja menos feliz que a mexicana e mais feliz que a asiática.
Enfim, por que comentar isso? Porque eu estou me formando, e comigo mais algumas centenas, quiçá milhares de pessoas, que, sim, um dia sonharam em poder desenvolver todos os conhecimentos adquiridos na faculdade em um emprego que dê prazer, vontade de a cada novo dia acordar e ir trabalhar, motivação para crescermos cada vez mais no conhecimento e na carreira.
É para isso que estudamos. Infelizmente, apesar dos 37% da pesquisa, nem sempre é isso o que temos.
22 outubro 2007
Considerações de uma cabeça cansada
Noites insones como não deveriam ser. Mas o que fazer se tenho menos de 15 dias para terminar minha reportagem do TCC e não consigo me concentrar? Penso em minha mãe que logo vem, no espetáculo do Cirque du Soleil que verei e na formatura que não chega.
Penso nos apenas dois candidatos que faltam para que eu seja chamada na Radiobrás, na carteira de trabalho que tenho de tirar, nas notas que talvez terei que adiantar, no salário razoável que poderei ganhar.
Penso no fim de ano que será limitado, nos feriados e férias que nem tão cedo terei. Penso nas horas que vou ficar dentro do quarto e nas festas às quais não irei, para terminar a minha reportagem.
Reportagem que me dá ânimo pelo tema, mas me desanima porque não me vem à cabeça sua forma completa. Quero escrevê-la, penso nela todos os dias. Mas preciso de descanso. Sinceramente, talvez até preferisse ser logo chamada, assim sairia do estágio para dar tempo de tudo fazer. Correria? Sem dúvida seria, mas pelo menos minhas horas insones, apesar do sono que tenho, não mais seriam.
Enquanto isso, vou lendo blogs de amigos. Coisas bem diferentes do que faço, bem mais jornalísticas, sem dúvida. Mas essa não é a minha proposta. Fico com os devaneios, as imagens distorcidas, as palavras sem nexo.
Fico com elas e o que bem entender. Jornalismo, esse eu deixo para o trabalho, seja na faculdade, seja no emprego. Jornalismo que aprendi a respeitar. Amar talvez fosse demais. Aprendi, sim, a querer fazer sempre e bem feito. Na medida do possível. Mas estagiário não pode viajar...
Penso nos apenas dois candidatos que faltam para que eu seja chamada na Radiobrás, na carteira de trabalho que tenho de tirar, nas notas que talvez terei que adiantar, no salário razoável que poderei ganhar.
Penso no fim de ano que será limitado, nos feriados e férias que nem tão cedo terei. Penso nas horas que vou ficar dentro do quarto e nas festas às quais não irei, para terminar a minha reportagem.
Reportagem que me dá ânimo pelo tema, mas me desanima porque não me vem à cabeça sua forma completa. Quero escrevê-la, penso nela todos os dias. Mas preciso de descanso. Sinceramente, talvez até preferisse ser logo chamada, assim sairia do estágio para dar tempo de tudo fazer. Correria? Sem dúvida seria, mas pelo menos minhas horas insones, apesar do sono que tenho, não mais seriam.
Enquanto isso, vou lendo blogs de amigos. Coisas bem diferentes do que faço, bem mais jornalísticas, sem dúvida. Mas essa não é a minha proposta. Fico com os devaneios, as imagens distorcidas, as palavras sem nexo.
Fico com elas e o que bem entender. Jornalismo, esse eu deixo para o trabalho, seja na faculdade, seja no emprego. Jornalismo que aprendi a respeitar. Amar talvez fosse demais. Aprendi, sim, a querer fazer sempre e bem feito. Na medida do possível. Mas estagiário não pode viajar...
21 outubro 2007
Domingo feioso. Pelo menos rendeu alguma coisa. Isso que mal passamos das 18h (17h no relógio teimoso do computador). Hoje é o dia nacional de ver filme. Domingo, dia de cinema. Para os quebrados de plantão, dia de DVD em casa, pago pelo namorado, claro. Acho que já reclamei demais da falta de dinheiro...
Domingo que antecede a prova de alemão. Será que estudei o bastante? Ich weiß das nicht (alguém me ensina a colocar o ß sem precisar copiar lá do mapa de caracteres, por favor...). Ich hoffe, ich alles gelernt habe.
Bom, namorado chgou, eu vou. tchau.
Domingo que antecede a prova de alemão. Será que estudei o bastante? Ich weiß das nicht (alguém me ensina a colocar o ß sem precisar copiar lá do mapa de caracteres, por favor...). Ich hoffe, ich alles gelernt habe.
Bom, namorado chgou, eu vou. tchau.
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